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Silvia Federici Biography

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“To say that we want wages for housework is to expose the fact that housework is already money for capital, that capital has made and makes money out of our cooking, smiling, fucking. At the same time, it shows that we have cooked, smiled, fucked throughout the years not because it was easier for us than for anybody else, but because we did not have any other choice. Our faces have become distorted from so much smiling, our feelings have got lost from so much loving, our oversexualization has left us completely desexualized.”

“C'è una differenza tra il soffrire perché qualcosa che abbiamo deciso di fare ha delle conseguenze dolorose ⎼ come affrontare la repressione, vedere le persone a cui teniamo soffrire ⎼ e il sacrificio di sé, che è fare qualcosa contro il proprio desiderio e la propria volontà, solo perché pensiamo sia un nostro dovere. Questo rende gli individui infelici e insoddisfatti. Il lavoro politico deve essere, invece, curativo. Deve darci forza, visione, rafforzare il nostro senso di solidarietà, e farci realizzare la nostra reciprocità. Essere in grado di politicizzare il nostro dolore, trasformarlo in una fonte di conoscenza, in qualcosa che ci connette ad altre persone - tutto questo ha un potere curativo.”

“[A] woman, working fulltime in the home or outside of it as well, married or single, has to put hours of labor into reproducing her own labor power, and women well know the tyranny of this task, for a pretty dress and hairdo are conditions for their getting the job, whether on the marriage market or on the wage labor market.”

“In the name of "class struggle" and "the unified interest of the working class," the Left has always selected certain sectors of the working class as revolutionary subjects and condemned others to a merely supportive role in the struggles these sectors were waging.”

“... by saying that the work we perform in the home is capitalist production, we are not expressing a wish to be legitimated as part of the 'productive forces,' in other words, it is not a resort to moralism. Only from a capitalist viewpoint being productive is a moral virtue, if not a moral imperative. From the viewpoint of the working class, being productive simply means being exploited. As Marx recognized, 'to be a productive laborer is therefore not a piece of luck, but a misfortune.' Thus we derive little 'self-esteem' from it. But when we say that housework is a moment of capitalist production we clarify our specific function in the capitalist division of labor and the specific forms that our revolt against it must take. Ultimately, when we say that we produce capital, we say that we can and want to destroy it, rather than engage in a losing battle to move from one form and degree of exploitation to another.”

“La caza de brujas alcanzó su punto máximo entre 1580 y 1630. [...] Antes de que los vecinos se acusaran entre sí [...] tuvo lugar un adoctrinamiento sostenido en el que las autoridades expresaron públicamente su preocupación por la propagación de las brujas y viajaron de aldea en aldea para enseñarle a la gente a reconocerlas [...] llevando consigo listados de mujeres sospechosas de ser brujas y amenazando con castigar a quienes les dieran asilo o les brindaran ayuda.”

“nosso primeiro passo deve ser documentar as condições sociais e históricas nas quais o corpo se tornou elemento central e esfera de atividade definitiva para a constituição da feminilidade. [...] na sociedade capitalista, o corpo é para as mulheres [...] o principal terreno de sua exploração e resistência, na mesma medida em que o corpo feminino foi apropriado pelo Estado e pelos homens, forçado a funcionar como um meio para a reprodução e a acumulação de trabalho.”

“a transição para o capitalismo é uma questão primordial para a teoria feminista, já que a redefinição das tarefas produtivas e reprodutivas e as relações homem-mulher nesse período, ambas realizadas com máxima violência e intervenção estatal, não deixam dúvidas quanto ao caráter construído dos papéis sexuais na sociedade capitalista.”

“se na sociedade capitalista a “feminilidade” foi construída como uma função-trabalho que oculta a produção da força de trabalho sob o disfarce de um destino biológico, a história das mulheres é a história das classes, [...] “mulher” é uma categoria de análise legítima, e as atividades associadas à reprodução seguem sendo um terreno de luta fundamental para as mulheres.”

“a categorização hierárquica das faculdades humanas e a identificação das mulheres com uma concepção degradada da realidade corporal foi historicamente instrumental para a consolidação do poder patriarcal e para a exploração masculina do trabalho feminino. Desse modo, a análise da sexualidade, da procriação e da maternidade foi colocada no centro da teoria feminista e da história das mulheres. Em particular, as feministas colocaram em evidência e denunciaram as estratégias e a violência por meio das quais os sistemas de exploração, centrados nos homens, tentaram disciplinar e apropriar-se do corpo feminino”