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Quote by Charles Dickens

“Eu vou dizer-te o que é o amor verdadeiro. É o devotamento cego, humilhação de si mesmo sem questionamento, submissão absoluta, é fé e confiança contra si mesmo e contra o mundo inteiro, é entregar-se de corpo e alma ao carrasco... Foi assim que amei!”

Quote by Charles Dickens

Work

Great Expectations

This novel follows the journey of Pip, a young boy who is raised by his sister and her husband, Joe Gargery, a blacksmith. After receiving a mysterious gift that leads him to believe he has been chosen for a better life, Pip embarks on a quest to fulfill his 'great expectations.' The story delves into Pip's interactions with various characters, including the wealthy Miss Havisham and her adopted daughter Estella, and the convict Magwitch, who ultimately reveals a profound connection to Pip's past. more

Author

Charles Dickens
Charles Dickens

Charles Dickens, a British writer born on February 7, 1812, and died on June 9, 1870, is one of the greatest novelists of the 19th century. Known for his profound social criticism and vivid narrative style, Dickens' works extensively cover social reality, revealing various issues in the British society of the time. more

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“É possível que o homem não ame senão o bem-estar. Não é possível que ele ame na mesma medida o sofrimento? Não é possível que o sofrimento lhe seja tão vantajoso quanto o o bem-estar? O homem põe-se por vezes a amar apaixonadamente o sofrimento; isso é um fato.”

“O sofrimento! Mas é a causa única da consciência! Eu vos declarei, é verdade, no início, que, a consciência, na minha opinião, é um dos maiores males do homem; mas sei que o homem a ama e não a trocará por nenhuma satisfação, seja qual for.”

“Havia uma aura em torno de Coelho, uma aura de sofrimento. O rosto, o corpo pareciam tomados pelo sofrimento. Sim, ela pensou, é isso que transparece em seu olhar. A lembrança de mágoa muito antiga, mas ainda não esquecida — e jamais seria. Fora concebido, colocado no planeta, para sofrer; não admira ser ele um grande comediante. Para Coelho, a comédia era uma luta, uma batalha contra a realidade da dor física literal; consistia em reação de força descomunal — e eficaz.”

“Quando ouvimos música, lemos um livro ou abrimos um jornal, quase nunca necessitamos fazer tal atividade ou conseguir tal informação. Em geral, isso é feito de forma mecânica, talvez por estarmos acostumados ou porque queremos "passar tempo" ou preencher uma sensação desconfortável de vazio. Talvez seja apenas para evitarmos um encontro com nós mesmos. Muitos de nós têm medo de se voltar para dentro, pois não sabem como lidar com o sofrimento que carregam em seu interior. Por isso vivemos em busca de novas sensações que possam ser consumidas.”