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Quote by Susan Sontag

“(...) escreve Arbus, "foi nunca ter enfrentado qualquer adversidade. Encontrava-me confinada a uma sensação de irrealidade... E, por mais absurdo que pareça, a sensação de imunidade era dolorosa" Sentindo um descontentamento semelhante, West conseguiu, em 1927, um emprego como rececionista noturno num deprimente hotel de Manhattan. A maneira de Arbus procurar experiências e, por isso, adquirir um sentido de realidade, foi a câmera. (...) O interesse de Arbus pelos freaks exprime um desejo de violar a sua própria inocência.”

Quote by Susan Sontag

Work

On photography

This book delves into the evolution of photography, examining its origins, technological advancements, and the ways it has shaped society. It includes discussions on various photographic techniques, equipment, and the creative process, as well as the role of photography in documenting history and influencing visual culture. more

Author

Susan Sontag
Susan Sontag

Susan Sontag was an American writer, critic, and photographer. Known for her unique literary style and profound thinking, her work spans various fields including literature, art, and politics. Born on January 16, 1933, she passed away on December 28, 2004. more

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“Quanto mais retrocedemos na história menos nítida é a distinção entre imagens e coisas reais, como observou E.H. Gombrich; nas sociedades primitivas, a coisa e a sua imagem não eram mais do que duas manifestações diferentes, ou seja, fisicamente distintas, da mesma energia ou espírito. A isso se deve a suposta eficácia das imagens para propiciar e controlar presenças de grande poder. Esses poderes, essas presenças estavam presentes nelas.”

“O objetivo dos retratos das famílias burguesas nos séculos XVIII e XIX era confirmar uma imagem ideal do modelo (proclamando o seu estatuto social e embelezando a sua aparência); em função deste propósito, é fácil compreender porque é que as pessoas não sentiam necessidade de ter mais do que um retrato. O que o registo fotográfico confirma é, mais modestamente, que a pessoa existe; por isso eles nunca são demais.”

“Non so cosa ci sia all'interno di questa scatoletta di plastica, e non so nemmeno se lo saprò mai. E il problema sta tutto lì. Potrei saperlo; avrei potuto aprirla nel giro di un'ora, avrei potuto esaminarne il contenuto e sapere una volta per tutte se c'è una speranza...o meno. Ma se lo faccio, e poi scopro che c'è speranza, cosa succede se c'è solo quella? Solo un briciolo di speranza? Cosa succede se scopro che era solo una bolla di sapone? Perché se c'è una cosa che odio della speranza è che la speranza improvvisa è la strada spianata verso l'improvvisa disperazione.”

“Per fotografare, talvolta cammino ore per raggiungere una cresta e trovare una vista che mi soddisfi. Poi aspetto ancora per ore la luce giusta: una foto riuscita dipende dal tempo che le si dedica. Amo quei lunghi momenti di marcia, di attesa, di speranza, che mi permettono di entrare in comunione e di ricevere l'immagine come una grazia. Quando alla fine, nell'attimo divino della confluenza dei tre “gioielli" - luogo, luce e soggetto - premo il tasto per scattare, provo un sentimento d'amore.”