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Susan Sontag Quotes

Browse 34 quotes about Susan Sontag.

Susan Sontag Quotes

“It is a view of suffering, of the pain of others, that is rooted in religious thinking, which links pain to sacrifice, sacrifice to exaltation - a view that could not be more alien to a modern sensibility, which regards suffering as something that is a mistake or an accident or a crime. Something to be fixed. Something to be refused. Something that makes one feel powerless.”

“We" - this "we" is everyone who has never experienced anything like what they went through - don't understand. We don't get it. We truly can't imagine what it was like. We can't imagine how dreadful, how terrifying war is; and how normal it becomes. Can't understand, can't imagine. That's what every soldier, and every journalist and aid worker and independent observer who has put in time under fire, and had the luck to elude the death that struck down others nearby, stubbornly feels. And they are right.”

“It is felt that there is something morally wrong with the abstract of reality offered by photography; that one has no right to experience the suffering of others at a distance, denuded of its raw power; that we pay too high a human (or moral) price for those hitherto admired qualities of vision - the standing back from the aggressiveness of the world which frees us for observation and for elective attention.”

“She said my other photographs had a pervy feel, and she was almost impressed that such a young woman would come out with something this nasty. She said, based on both the work and my writing around it, I had a contemptuous attitude towards my models. I clearly saw them as interchangeable, disposable objects. She asked me if I hated men, or if I liked men and hated that I liked them so much.”

“...Usted le ofreció a la gente nuevas maneras de imaginar, al tiempo que proclamaba una y otra vez nuestra deuda con el pasado, sobre todo con la literatura. Afirmó que le debemos a la literatura casi todo lo que somos y lo que hemos sido. Si los libros desaparecen, desaparecerá la historia y también los seres humanos. Estoy segura de que tiene razón. Los libros no son sólo la suma arbitraria de nuestros sueños y de nuestra memoria. También nos ofrecen el modelo de la propia trascendencia. Algunos creen que la lectura es sólo una manera de evadirse: una evasión del mundo diario “real” a uno imaginario, al mundo de los libros. Los libros son mucho más. Son una manera de ser del todo humano....”

“As fotografias eram vistas como um modo de dar informação a pessoas que não tinham o hábito da leitura. o Daily News ainda se autodenomina New York's Picture Newspaper, apelando a uma identificação populista. No extremo oposto da escala, o Le Monde, um jornal destinado a leitores preparados, bem informados, não utiliza quaisquer fotografias, pois pressupõe-se que, para os seus leitores, a fotografia só serviria de ilustração para a análise contida num artigo.”

“(...) escreve Arbus, "foi nunca ter enfrentado qualquer adversidade. Encontrava-me confinada a uma sensação de irrealidade... E, por mais absurdo que pareça, a sensação de imunidade era dolorosa" Sentindo um descontentamento semelhante, West conseguiu, em 1927, um emprego como rececionista noturno num deprimente hotel de Manhattan. A maneira de Arbus procurar experiências e, por isso, adquirir um sentido de realidade, foi a câmera. (...) O interesse de Arbus pelos freaks exprime um desejo de violar a sua própria inocência.”

“Quanto mais retrocedemos na história menos nítida é a distinção entre imagens e coisas reais, como observou E.H. Gombrich; nas sociedades primitivas, a coisa e a sua imagem não eram mais do que duas manifestações diferentes, ou seja, fisicamente distintas, da mesma energia ou espírito. A isso se deve a suposta eficácia das imagens para propiciar e controlar presenças de grande poder. Esses poderes, essas presenças estavam presentes nelas.”

“O objetivo dos retratos das famílias burguesas nos séculos XVIII e XIX era confirmar uma imagem ideal do modelo (proclamando o seu estatuto social e embelezando a sua aparência); em função deste propósito, é fácil compreender porque é que as pessoas não sentiam necessidade de ter mais do que um retrato. O que o registo fotográfico confirma é, mais modestamente, que a pessoa existe; por isso eles nunca são demais.”