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Quote by John Ruskin

“Há dois deveres em relação à nossa arquitetura nacional cuja importância é impossível superestimar: o primeiro, tornar a arquitetura atual, histórica; e o segundo, preservar, como a mais preciosa de todas as heranças, aquela das épocas passadas. É em relação à primeira dessas duas orientações que a Memória pode ser verdadeiramente considerada como a Sexta Lâmpada da Arquitetura.”

Quote by John Ruskin

Work

The Lamp of Memory

This book delves into the complexities of human memory and its impact on personal identity, weaving a narrative that intertwines past and present. more

Author

John Ruskin
John Ruskin

John Ruskin was an influential British art critic, writer, and social critic. Known for his profound insights into art, architecture, and social issues, he had a significant impact on the aesthetics and culture of the Victorian era. more

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“A história é fundamental, uma vez que são os processos históricos que, através da deriva institucional, geram as diferenças que podem vir a tornar-se importantes durante as conjunturas críticas. Estas são, em si mesmas, pontos de viragem históricos. E os círculos vicioso e virtuoso implicam que é necessário estudarmos a história, para compreendermos as diferenças institucionais que se estruturaram historicamente.”

“Um ponto com o qual eles concordavam, era a vantagem que a história tinha para saber como se faziam as coisas. Uma cena, natural ou cultural, por mais detalhada que fosse, não dizia como se havia chegado a ela, em que ordem os elementos haviam aparecido, nem o encadeamento causal que havia levado àquela configuração. E justamente, a abundância de relatos em que se vivia, ficava explicada pela necessidade do homem em saber como as coisas haviam sido feitas. Agora, a partir deste ponto, Rugendas ia um passo mais adiante, para tirar uma conclusão bastante paradoxal. A título de hipótese, propunha que o silêncio dos relatos não implicava nenhuma perda, pois a geração atual, ou uma futura, podia voltar a vivenciar esses mesmos acontecimentos do passado, sem necessidade de que fossem relatados, por mera ação combinatória ou pelo império dos acontecimentos, ainda que tanto num caso como no outro a ação fosse filha de uma vontade deliberada. E até era possível que a repetição fosse mais completa se não houvesse relato. Em lugar do relato, e realizando com vantagem sua função, o que devia transmitir-se era o conjunto de "ferramentas" com o qual se podia reinventar, com a inocência espontânea da ação, o que havia sucedido no passado. O mais valioso que os homens fizeram, o que valia a pena que voltasse a acontecer. E a chave desta ferramenta era o estilo. Segundo esta teoria, então, a arte era mais útil que o discurso.”