Quotessence
Home / Quotes / Quote by Gerson De Rodrigues

Quote by Gerson De Rodrigues

Author

Gerson De Rodrigues

Browse famous quotes and profile details for Gerson De Rodrigues. more

You May Also Like

“Estoy pensando en hace justo ochenta años, casi exactos, el momento en que escribí por primera vez, que recuerde, sobre materia política. Es fácil ponerle fecha: fue justo tras la caída de Barcelona, en febrero de 1939. Era el final de la Segunda República Española. La notable revolución popular, una revolución de carácter anarquista, que había florecido durante 1936, 1937, 1938... ya había sido aplastada por la fuerza. Parecía que el fascismo fuera a desplegarse sin límite. Tras la caída de Barcelona, hubo una gran oleada de refugiados españoles. La mayor parte fueron a México, unos cuarenta mil; algunos acabaron en Nueva York y abrieron sedes anarquistas en Union Square, librerías de segunda mano en la Cuarta Avenida, etc. Allí me inicié en la cultura política, deambulando por aquella zona.”

“Durruti le contestó duramente: "Toma este ejemplo: cuando mi mujer va a trabajar yo limpio la casa, hago las camas y preparo la comida. Además baño a la niña y la visto. Si crees que un anarquista tiene que estar metido en un bar o un café mientras su mujer trabaja, quiere decir que no has entendido nada".”

“(...) una victoria electoral de la izquierda habría inducido a los fascistas a tratar de subir al poder mediante el habitual golpe de Estado militar. En todo caso habría que enfrentarse a ellos con las armas en la mano. Los acontecimientos han confirmado la corrección de este cálculo; el análisis de los anarquistas era más realista que el de los políticos tradicionales.”

“A desobediência civil não aceita passivamente o ato injusto, pois jamais coopera com ele. O seguidor da desobediência civil acredita que a violência dá origem a muito mais problemas do que de fato ela vem resolver. Basta parar e olhar: se o salário da maioria da população se mantém abaixo do preço das mercadorias, eis aí uma situação de violência. Como a mentira, a violência precisa de outra violência, para conservar a situação que criou. Daí, se reprimem os movimentos pelos aumentos de salários, se proíbem as liberdades de reunião e de expressão de ideias, se censura tudo o que diz respeito à aplicação da violência, se acaba em geral partindo para a agressão física dos homens. O ato violentador caminha em direção a outros atos violentadores.”

“O Estado só tem buscado o exercício do monopólio da violência, que tenta justificar-se por meio de inúmeros motivos. Haja motivos: o Estado diz que é simples cumpridor da lei; diz que se preocupa com a segurança dos cidadãos; diz que pretende acabar com a pobreza; diz que garante a ordem social; diz que substitui a ignorância do povo; diz que elevará o país à situação de grande riqueza e de abundância para todos; diz que a ditadura conduzirá à igualdade entre os homens etc. etc. Enquanto isto acontece, o Estado se arma com todo tipo de instrumento mortífero, cada vez mais visando aumentar a violência contra seus opositores.”

“A resistência não violenta funciona abertamente, à luz do sol, para quem quiser ver e ouvir. Então, à vista de todos, busca vencer as mais difíceis barreiras, fixadas como dificuldades destinadas a tirar o ânimo desta resistência. A maneira de organizar uma infinidade de pessoas, a fim de agir não violentamente, em busca de seus direitos esmagados pelo poder, apenas pode ocorrer claramente. Caso não fosse por outra razão, porque estas inúmeras pessoas não têm experiência para ocultar alguma coisa, sobretudo porque durante séculos passaram pelo domínio exercido por uma tirania individual ou grupal.”

“A razão de por que sua ideia de Nova York pode ser mais ou menos verdadeira do que a minha é que Nova York é um lugar real, que existe independente do que qualquer um de nós pense. Se ao pronunciar "Nova York" cada um de nós quisesse dizer meramente "a cidade que estou imaginando na minha mente", como é que se poderia supor que algum de nós tivesse ideias mais verdadeiras do que o outro? No fim das contas, não seria questão de verdadeiro ou falso.”