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Quote by Daniel Defoe

“Não se deve entender como pirata uma pessoa agindo sob constrangimento, mas sim alguém que age livremente. Pois nesse caso, não é o ato em si mesmo que torna alguém culpado, mas sim a sua livre vontade de cometê-lo.”

Quote by Daniel Defoe

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Daniel Defoe
Daniel Defoe

Daniel Defoe, an English writer born on September 13, 1660, and died on April 24, 1731. His works covered a wide range of genres, including adventure novels, political satire, and philosophical thinking, with his most famous work being 'Robinson Crusoe'. Defoe's works have had a profound impact on literature. more

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“A moral do êxtase é contrária à do processo; debaixo da sua protecção toda a gente faz o que quer; já cada qual pode chuchar no dedo à vontade, desde a mais tenra infância até ao fim do liceu, e trata-se de uma liberdade a que ninguém estará disposto a renunciar; olhemos à nossa volta no metro; cada um entre todos, sentado, tem o dedo num dos orifícios do rosto; no ouvido, na boca, no nariz; nenhum se sente visto pelos outros e cada um pensa em escrever um livro em que possa dizer o seu inimitável e único eu que escarafuncha o nariz; ninguém ouve ninguém, toda a gente escreve e todos e cada um escrevem como se dança o rock: sozinho, para si mesmo, concentrado em si, e contudo fazendo os mesmos movimentos que os outros todos fazem.”

“Não há mundos paralelos, Daniela sabe disso muito bem. Sobreviveu à mediocridade: estou disposta a tudo, gostava de dizer anos atrás. E era verdade. Estava disposta a tudo, a fazer qualquer coisa, a receber o que quisessem lhe dar, a dizer o que fosse preciso dizer. Estava disposta até mesmo a ouvir sua própria voz dizendo frases que não queria dizer. Mas agora não. Agora não está mais disposta a tudo. Agora é livre.”

“(...) Ou então, se quiseres aprofundar só um pouco mais, podemos falar sobre a natureza da liberdade propriamente dita. Será que liberdade significa que tens permissão para fazer o que queres? Ou podemos falar de todas as influências limitadoras que se opõem activamente à tua liberdade. Ou da herança genética da tua família, o teu ADN específico, a especificidade do teu metabolismo, as questões quânticas que ocorrem a um nível subatómico e onde eu sou a única observadora omnipresente. Ou da intrusão da doença que inibe a tua alma e te deixa manietado, ou das influências sociais que te rodeiam, ou dos hábitos que criaram ligações sinápticas no teu cérebro. E há também a publicidade, as campanhas de propaganda e os paradigmas. No meio desta confluência de inibidores multifacetados - concluiu, suspirando - o que é, de facto, a liberdade?”