Quotessence
Home / Quotes / Quote by Joaquim Bosch Grau

Quote by Joaquim Bosch Grau

“Por otro lado, como muestra de la continuidad con las prácticas anteriores, Pradera sostiene que «la llegada de los socialistas al poder en 1982 produjo en estos nuevos ocupantes del Estado el deslumbramiento de descubrir los privilegios situados a su alcance». Según este autor, los nuevos inquilinos «entraron en ese palacio encantado como visitantes de Disneylandia, dispuestos a montar en todos los carruseles y a jugar con todas las máquinas». Como ejemplo de ese uso indebido de privilegios disfrutados con la misma soltura que sus predecesores, Javier Pradera destaca la utilización del Azor, yate oficial de recreo de Franco, por parte de Felipe González durante las vacaciones, pues «desempeñó la función simbólica de dar la señal de partida para la indiscriminada utilización de los bienes posicionales del Estado por parte de los altos cargos».”

Quote by Joaquim Bosch Grau

Work

Author

Joaquim Bosch Grau

Browse famous quotes and profile details for Joaquim Bosch Grau. more

You May Also Like

“De início, para os cidadãos, esse poder público consistia somente na polícia, que é tão antiga quanto o Estado, razão pela qual os ingênuos franceses do século XVIII não falavam de nações civilizadas, mas de nações policiadas (nations policées ). Portanto, simultaneamente ao Estado, os atenienses instituíram uma polícia, uma verdadeira gendarmaria formada por arqueiros a pé e a cavalo – Landjäger [guarda rural], como se diz no sul da Alemanha e na Suíça. No entanto, essa gendarmaria era formada por escravos . O ateniense livre considerava o serviço de algoz tão aviltante que preferia ser detido por um escravo armado a prestar-se pessoalmente a um ato tão infame. Essa ainda era a velha mentalidade gentílica. O Estado não podia existir sem a polícia, mas ainda era jovem e não tinha respeito moral suficiente para tornar honroso um ofício que, para os antigos membros da gens , parecia necessariamente infame.”

“Dado que o Estado surgiu da necessidade de manter os antagonismos de classe sob controle, mas dado que surgiu, ao mesmo tempo, em meio ao conflito dessas classes, ele é, via de regra, Estado da classe mais poderosa, economicamente dominante, que se torna também, por intermédio dele, a classe politicamente dominante e assim adquire novos meios para subjugar e espoliar a classe oprimida. Assim, o Estado antigo foi sobretudo o Estado dos donos de escravos para manter os escravos sob controle, como o Estado feudal foi o órgão da nobreza para manter sob controle os camponeses servis e o Estado representativo moderno é o instrumento de espoliação do trabalho assalariado pelo capital.”

“O Estado, portanto, não existe desde a eternidade. Houve sociedades que passaram muito bem sem ele, que não tinham noção alguma de Estado e poder estatal. Em determinado estágio do desenvolvimento econômico, necessariamente ligado à cisão da sociedade em classes, essa mesma cisão fez do Estado uma necessidade. Hoje estamos nos aproximando a passos largos de um estágio do desenvolvimento da produção em que a existência dessas classes não só deixou de ser uma necessidade como já se tornou um estorvo concreto à produção. Elas cairão tão inevitavelmente quanto surgiram. Com elas, cairá inevitavelmente o Estado. A sociedade que organizará a produção de uma forma nova, com base na associação livre e igualitária dos produtores, mandará a máquina estatal para o lugar que lhe é devido: o museu das antiguidades, ao lado da roda de fiar e do machado de bronze.”

“Jamás existirá un Estado realmente libre e iluminado hasta cuando ese Estado reconozca al individuo como un poder más alto e independiente, del cual se deriva su propio poder y autoridad y lo trate de acuerdo a ello. Me complace imaginar un Estado que finalmente pueda darse el lujo de ser justo con todos, y que trate al individuo con respecto; más aún, que no llegue a pensar que es inconsistente con su propia tranquilidad si unos cuantos viven separados de él, no mezclándose con él, sin abrazarlo, pero cumpliendo con su obligación de vecinos y compañeros.”

“Quinito… mas, para além disso, tu sabes melhor do que eu que, logo que o regime mudou, em noventa e um, foram os camaradas do teu partido os primeiros a mostrarem apetência para os bens materiais ao tomarem de assalto as empresas do Estado, a privatizarem tudo o que pudesse dar lucro, a avidez pelo dinheiro era tão grande que dessa febre de capitalização de bens materiais só escaparam as igrejas e os cemitérios!, dizes tu que é um exagero?, então não é verdade que alguns deles se tornaram famosos quando, para justificarem a roubalheira diziam que o cabrito come onde está amarrado?”