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Armas Quotes

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Armas Quotes

“[…] José Antonio Primo de Rivera, que siempre andaba rodeado de poetas, había dicho que «a los pueblos no los han movido nunca más que los poetas». La primera afirmación es una estupidez; la segunda no: es verdad que las guerras se hacen por dinero, que es poder, pero los jóvenes parten al frente y matan y se hacen matar por palabras, que son poesía, y por eso son los poetas los que siempre ganan las guerras, y por eso Sánchez Mazas, que estuvo siempre al lado de José Antonio y desde ese lugar de privilegio supo urdir una violenta poesía patriótica de sacrificio y yugos y flechas y gritos de rigor que inflamó la imaginación de centenares de miles de jóvenes y acabó mandándolos al matadero, es más responsable de la victoria de las armas franquistas que todas las ineptas maniobras militares de aquel general decimonónico que fue Francisco Franco. Yo había sabido —pero no había entendido y me intrigaba— que, al terminar la guerra que había contribuido como casi nadie a encender, Franco nombró a Sánchez Mazas ministro del primer gobierno de la Victoria, pero al cabo de muy poco tiempo le destituyó porque, según se contaba, ni siquiera asistía a las reuniones del consejo, y a partir de aquel momento abandonó casi por completo la política activa y, como si se sintiera satisfecho del régimen de pesadumbre que había ayudado a implantar en España y considerara que su trabajo había concluido, consagró sus últimos veinte años de vida a escribir, a dilapidar la herencia familiar y a entretener sus dilatados ocios con aficiones un poco extravagantes. Me intrigaba esa época final de retiro y displicencia, pero sobre todo los tres años de guerra, con su peripecia inextricable, su asombroso fusilamiento, su miliciano salvador y sus amigos del bosque […]”

“Normalmente eu não tinha muita paciência para estar com uma gaja durante muito tempo. Cada uma delas queria ficar comigo o máximo que pudesse, e para isso usavam de muitas artimanhas, como fazer o meu prato preferido – moamba de galinha –, me massajar nas costas depois do bem – bom, dar-me banho com sais ou fazer cafuné antes de adormecer, tudo bem feito na benquerença do benjamim. Tinha uma, nome dela era Santinha, que conseguiu me prender por um ano. A gaja era bonita e meiga, muito submissa, o que eu muito apreciava nas mulheres. Detestava tipas armadas que quisessem discutir comigo, levantar o nariz, isso eu nunca admitia, por isso gajas que tentassem pisar o risco levavam no focinho, qual não se bate em mulheres, Saiundo?!, eu também não gostava de lhes bater, mas depois verifiquei que era a única forma de lhes meter na linha, claro, não falo de todas, falo apenas daquelas que são razingonas, que querem mandar nos homens, isso nunca! Eu sei que isso é feio, mas às vezes é a única solução. Mas estava a falar da minha Santinha que era mesmo uma santa, e por isso fiquei com ela tanto tempo. Era doçura de criatura, melaçuda em todos os momentos, e na cama então é que ela se revelava completamente, e eu me perguntava como era que uma rapariga assim tão santíssima, ar dela angélico, na cama podia ser assim tão brava e fogosa ao ponto de me fazer gemer toda a noite, poça!, que às mulheres enganam muito, de sai são uma coisa, aquelas finúrias todas, de noite, na hora dos bons prazeres, até parece que têm o diabo no corpo. E assim fiquei com ela muito tempo, eu e a minha Santocas, santinha, santa. Mas um dia chateei-me com ela por causa dos muitos ciúmes que fazia a torto e a direito, não me podia ver com nenhuma rapariga e ficava logo amuada por muito tempo. Certo dia ela me viu a conversar com uma amiga, perto do Jumbo, Santinha veio ter comigo e, sem dizer nada, me puxou com força pelo braço. Perdi o controlo e ali mesmo lhe esbofeteei na presença da moça com quem estava a conversar e que era de facto uma simples só amiga, e assim que terminei aquela santa relação.”