“(…) o tempo ensinou-lhe algumas astúcias: "Evitar os sinônimos, que têm a desvantagem de sugerir diferenças imaginárias; evitar hispanismos, argentinismos, arcaísmos e neologismos; preferir as palavras habituais às palavras assombrosas; intercalar em um relato traços circunstanciais, exigidos agora pelo leitor; simular pequenas incertezas, já que, se a realidade é precisa, a memória não o é; narrar os fatos (isto aprendi em Kipling e nas sagas da Islândia) como se não os entendesse totalmente; lembrar que as normas anteriores não são obrigações e que o tempo se encarregará de abolilas".” BorgesLiteratura ArgentinaEstiloBorginiano Book:Por que ler Borges Source: Por que ler Borges
“(..) conto "O livro de areia"(…) existência de um livro infinito, isto é, um volume que se desdobra em um número ilimitado de páginas e que, como as partículas da areia, carece de princípio e de fim.(…) pelas possibilidades de leitura que ela oferece, a obra literária de Borges figura-se infinita; nela nenhuma página é a primeira, nenhuma, a última.” BorgesLiteratura BrasileiraLiteratura ArgentinaBorginiano Book:Por que ler Borges Source: Por que ler Borges