Quotessence
Home / Quotes / Quote by Jordan B. Peterson

Quote by Jordan B. Peterson

Work

12 Rules for Life: An Antidote to Chaos

Browse quotes and source details for this work. more

Author

Jordan B. Peterson

Browse famous quotes and profile details for Jordan B. Peterson. more

You May Also Like

“Eu ia imaginando o interrogatório todo, repetidamente, as perguntas deles, minhas respostas. Mas e se eles não acreditassem? Não, eles iam acreditar, porque eles [árabes] entendem a fórmula do terrorismo melhor do que os americanos, e têm mais experiência. A barreira cultural entre o mundo cristão e o muçulmano ainda afeta consideravelmente a abordagem americana da questão. Os americanos são propensos a ampliar o círculo de envolvimento para capturar o maior número possível de muçulmanos. Falam sempre da Grande Conspiração contra os Estados Unidos. Eu mesmo fui interrogado a respeito de gente que apenas pratica os princípios da religião e simpatiza com movimentos islâmicos; pediram-me cada detalhe sobre os movimentos islâmicos, ainda que moderados. Isso é surpreendente num país como os Estados Unidos, onde organizações terroristas cristãs como os nazistas e os suprematistas brancos têm liberdade para se expressar e recrutam pessoas abertamente sem que ninguém os incomode. Mas como muçulmano, se você simpatizar com as opiniões políticas de alguma organização islâmica, vai ter sérios problemas. Até mesmo frequentar a mesma mesquita de um suspeito é grave problema. Quero dizer que esse fato é claro para qualquer pessoa que entenda o ABC da política americana para o chamado Terrorismo Islâmico.”

“A imensa maioria da população apoiou Hitler e todos seus correligionários. Claro, ninguém o elegeu para invadir a Polônia do dia para a noite. Mas todos os seus eleitores sabiam muito bem das posturas racistas e antissemitas de Hitler, afinal, ele nunca tentou escondê-las. Pelo contrário, foi alçado ao poder proclamando seu racismo em qualquer cervejaria. Os alemães não apenas aceitavam isso, como adoravam aquele discurso".”

“Senza nulla togliere al sacrificio di sangue sovietico, sicuramente decisivo per sconfiggere il nazifascismo, bisognerebbe avere la serenità di riconoscere che l’Armata rossa non combatteva per liberare l’Europa dalla dittatura, ma per vincere la Grande guerra patriottica, e che Auschwitz fu liberata dall’esercito di uno Stato che aveva due milioni e mezzo di internati nei Gulag. Stalin non liberò l’Europa orientale: la sottomise a una nuova schiavitù.”

“In Italia, le reazioni al dibattito sull’equiparazione di nazismo e comunismo e il significato del patto Hitler-Stalin sono arrivate con qualche ritardo, stimolate per lo più da misure e iniziative portate avanti a livello locale da formazioni politiche di destra, che hanno confermato i timori di chi presagiva una strumentalizzazione per polemiche politiche di bassa lega delle risoluzioni europee sui totalitarismi (che invece invitavano esplicitamente a commemorare con «dignità e imparzialità»).”

“La afirmación de que las teorías de Darwin eran el centro de la eugenesia, la ciencia racial en el núcleo del nazismo, no son nuevas. No son historia revisionista hecha a partir las revelaciones de los campos de la muerte. Estas afirmaciones preceden al Holocausto por varias décadas. Los íconos de la ciencia estadounidenses y británicos, a saber, los familiares y colegas de Darwin, afirmaban esto antes de que Adolf Hitler naciera, y continuaron haciéndolo hasta el final de la Segunda Guerra Mundial.”

“Nazismo = "nacionalsocialismo". Bolchevismo = "socialismo internacional". Uno era el colectivismo basado en la clase económica, el otro el colectivismo basado en la raza y la etnia. Estuvieron de acuerdo en la parte socialista, pero no estuvieron de acuerdo en los participantes.”

“«No se trata solo de que los vehículos convencionales de la civilización —las universidades, las artes, el mundo del libro— fueran incapaces de presentar resistencia apropiada a la brutalidad política; a veces se levantaron para acogerla y tributarle sus ceremonias y su apología. ¿Por qué? ¿Cuáles son los nexos, hasta ahora apenas conocidos, entre las pautas intelectuales, psicológicas, del alto saber literario y las tentaciones de lo inhumano.» Steiner, G. (2006) Lenguaje y silencio: Ensayos sobre la literatura, el lenguaje y lo inhumano. Sevilla: Editorial Gedisa (trabajo original publicado en New York, 1976), p. 12.”