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Quote by Kathryn Stockett

“(...) Acho que foi quando percebi o que era a vergonha e também qual era a sua cor. A vergonha não é preta, como a sujidade, como eu sempre pensei que era. A vergonha é da cor de uma farda branca, nova, que a tua mãe engomou toda a noite para poder pagar, ainda branca, sem uma nódoa ou uma pinta de sujidade de trabalho.”

Quote by Kathryn Stockett

Work

The Help

This book delves into the lives of African-American maids working for white families in Jackson, Mississippi, and the impact of the civil rights movement on their lives. It portrays the struggles and triumphs of these women, their relationships with their employers, and their fight for dignity and equality. more

Author

Kathryn Stockett
Kathryn Stockett

Kathryn Stockett is an American novelist born in 1969. Her debut novel, 'The Help,' published in 2011, quickly became a bestseller and was adapted into a film of the same name. Set in the American South during the 1960s, the novel tells the story of the relationship between black maids and white authors, exploring issues of race relations and social justice. more

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“? Quem fez ao sapo o leito carmesim De rosas desfolhadas à noitinha? E quem vestiu de monja a andorinha, E perfumou as sombras do jardim? Quem cinzelou estrelas no jasmim? Quem deu esses cabelos de rainha Ao girassol? Quem fez o mar? E a minha Alma a sangrar? Quem me criou a mim? Quem fez os homens e deu vida aos lobos? Santa Teresa em místicos arroubos? Os monstros? E os profetas? E o luar? Quem nos deu asas para andar de rastros? Quem nos deu olhos para ver os astros - Sem nos dar braços para os alcançar?!...”

“São mortos os que nunca acreditaram Que esta vida é somente uma passagem, Um atalho sombrio, uma paisagem Onde os nossos sentidos se poisaram. São mortos os que nunca alevantaram Dentre escombros a Torre de Menagem Dos seus sonhos de orgulho e de coragem, E os que não riram e os que não choraram. Que Deus faça de mim, quando eu morrer, Quando eu partir para o País da Luz, A sombra calma dum entardecer, Tombando, em doces pregas de mortalha, Sobre o teu corpo heróico, posto em cruz, Na solidão dum campo de batalha!”