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Quote by Fernando Pessoa

“Todo o homem de acção é essencialmente animado e optimista porque quem não sente é feliz. Conhece-se um homem de acção por nunca estar mal disposto. Quem trabalha embora esteja mal disposto é um subsidiário da acção; pode ser na vida, na grande generalidade da vida, um guarda-livros, como eu sou na particularidade dela. O que não pode ser é um regente de coisas ou homens. À regência pertence a insensibilidade. Governa quem é alegre porque para ser triste é preciso sentir.”

Quote by Fernando Pessoa

Work

The Book of Disquiet

Written by Fernando Pessoa, this work is a collection of fragments and thoughts that delve into the human condition, offering a unique perspective on the complexities of life and consciousness. more

Author

Fernando Pessoa
Fernando Pessoa

Portuguese poet known for his unique narrative style and rich inner world. Fernando Pessoa is considered one of the most influential writers of the 20th century, and his works are still widely studied and discussed today. more

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“Tell me your pretty lies once again As Sweet as your fake wedding vows Whisper your insincere magical words once more And take away the hurt that is clawing me down Give me a disloyal promise once again And let the pain in my chest settle down Let me live happily in the world Of your sweet deceits, honeyed words and false promises Let me breathe some more In the air of your endearing lies and adorable fake assurances Don’t tell me the truth I don’t want to suffer the pain of your Ultimate Betrayal Because the truth will Rip-off my very soul Strangulate my trust Shatter all my hopes Splinter my heart into pieces And take away the reason to live anymore My love let me believe You’re mine once and you truly loved me for sometime Just tell me some more pretty lies with whispers sincere And let me live some more!!!”

“Mas a exclusão, que me impus, dos fins e dos movimentos da vida; que procurei, do meu contacto com as coisas — levou-me precisamente àquilo q que eu procurava fugir. Eu não queria sentir a vida, nem tocar as coisas, sabendo, pela experiência do meu temperamento em contágio do mundo, que a sensação da vida era sempre dolorosa para mim. Mas ao evitar esse contacto, isolei-me, e, isolando-me, exacerbei a minha sensibilidade já excessiva. Se fosse possível cortar de todo o contacto com as coisas, bem iria à minha sensibilidade. Mas esse isolamento total não pode realizar-se. Por menos que eu faça, respiro; por menos que aja, movo-me. E, assim, conseguindo exacerbar e minha sensibilidade pelo isolamento, consegui que os factos mínimos, que antes mesmo a mim nada fariam, me ferissem como catástrofes. Errei o método de fuga. Fugi, por um rodeio incômodo, para o mesmo lugar onde estava, com o cansaço da viagem sobre o horror de viver ali.”