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Quote by Ovídio

“Tunc amo, tunc odi frustra, quod amare necesse est; tunc ego, sed tecum, mortuus esse uelim.”

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Ovídio

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“CAMINA Sigue moviéndote Nunca hay necesidad de mirar atrás Camina Siente a la Tierra bajo tus pies Siente los sentimientos Que una vez se sintieron como fracaso Dejando significado En las huellas De tus almas Camina Con el Universo Sobre tu espalda Camina Viaja Confía Recibe Camina En la infinitud Conmigo Camina No hay ningún lugar donde estar Camina Estás conmigo Camina Siente mi abrazo Siente los ecos De la gracia de las eternidades Camina Camina conmigo No hay ningún lugar donde estar Sino aquí Alma Te veo Te siento Yo soy tú Abrazo Nos encontramos Te veo Te siento En mí Camina No estamos solos Infinitud en el cielo Eternidad sobre nuestros hombros Fe sobre el camino Confianza sobre nuestras espaldas. Camina conmigo Pues no hay retorno Camina Mantente en el sendero.”

“— Tenho uma resposta. A liderança nesta sociedade naturalmente recairia sobre os paranoicos, sendo eles superiores em termos de iniciativa e inteligência, além das habilidades comuns inatas. Evidentemente, eles enfrentariam dificuldades para evitar que os maníacos dessem um golpe… a tensão perduraria indefinidamente entre os dois grupos. Mas veja bem, com os paranoicos estabelecendo a ideologia, a base emocional dominante seria o ódio. Na verdade, ódio em dois níveis: a liderança detestaria cada um que estivesse fora de seu grupo e estabeleceria como ponto pacífico que todos os odiavam em resposta. Portanto, a chamada política externa consistiria em estabelecer mecanismos através dos quais pudessem combater este suposto ódio em relação a eles. Este processo envolveria toda a sociedade em uma luta ilusória, em uma batalha contra adversários inexistentes em busca de uma vitória sobre o nada. — Por que este esquema é tão ruim? — Porque, não importa como tenha começado, os resultados seriam os mesmos — Mary foi taxativa — isolamento total para essa gente. Este seria, em última análise, o efeito da atividade global desses grupos: cortá-los progressivamente das demais entidades viventes. — É assim tão negativo? A auto-suficiência… — Não — fez Mary — Isto não seria auto-suficiência, seria alguma coisa completamente diferente, algo que nem eu nem você conseguimos imaginar. Lembra-se das antigas experiências feitas com pessoas em isolamento absoluto? Em meados do século vinte, quando eles previram a viagem ao espaço, a possibilidade de um homem ficar sozinho durante vários dias, semanas sem fim, com cada vez menos estimulação… lembra-se dos resultados obtidos quando eles colocavam um homem em uma câmara sem que quaisquer estímulos o alcançassem? — Claro — fez Mageboom — É o que atualmente denominamos the buggies. O resultado da falta de estimulação é a alucinação aguda. Ela assentiu: — Alucinação auditiva, visual, táctil e olfativa, em substituição a estimulação ausente. Em intensidade, a alucinação é capaz de exceder a força da realidade; com sua intensidade e impacto, o efeito obtido… Por exemplo, estados de terror. Alucinações induzidas por drogas podem deflagrar sentimentos de terror que nenhuma experiência no mundo real pode produzir. — Por quê? — Porque a qualidade dessas alucinações é muito superior. Elas foram geradas no interior do sistema receptor dos sentidos e realimentam-se de emanações provenientes não de um ponto distante mas do interior do próprio sistema nervos de uma pessoa. Ela não consegue afastar-se. Não é possível qualquer retirada.”