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Quote by Mehmet Murat Ildan

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Mehmet Murat Ildan
Mehmet Murat Ildan

Mehmet Murat Ildan is a renowned Turkish writer born on May 16, 1965. His works span various literary forms including novels, essays, and poetry, and have gained widespread popularity among readers. more

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“maginaos una total ausencia de calor: una negación completa de vida; la cesación absoluta de todo movimiento; la muerte como forma del ser, y aún no habréis formado idea exacta de aquel mundo cadáver...; o más que cadáver, puesto que no se corrompía ni se transfiguraba, y no daba, por consiguiente, pasto a los gusanos, ni abono a las plantas, ni elementos a los minerales, ni gases a la atmósfera. Era el caos sin el embrión del universo; era la nada bajo la apariencia de hielos seculares.”

“Planícies de oliveiras num horizonte azulíssimo. Tamanho é o frio que não se formam nuvens, será isso. Estamos a ir para Campo Criptana, desde o século XVI terra de moinhos, daqueles redondos e brancos com velas negras. Foi aqui que Quixote os combateu. Eram 30 ou 40 contra um. Agora são dez, no cimo de uma colina, com a aldeia aos pés. Deixamos o carro junto ao mais alto, e quando saímos é como se nos dessem um golpe na cabeça. Já estava frio, mas agora está frio com pazadas de vento. Nem na Sibéria, em dezembro, me doeu tanto. Avançamos com os cachecóis por cima da cara e as mangas puxadas até a ponta dos dedos, a segurar caderno e caneta. — Está ali um homem – gritas tu. — Vamos lá – grito eu. O homem são dois, Anastasio e Crisanto, nomes que quem-nos-dera, mesmo Cervantes chamava-lhes um figo. Um tem 75, o outro 68 e sentam-se como na praia ao poente. De tanto para aqui virem, o vento já nem lhes toca. Este é o melhor moinho de todos, dizem eles, “nem demasiado largo, nem torto.” Chama-se Burleta. Os velhos do mar têm barcos. Os velhos de Campo Criptana têm moinhos.”

“He was considering giving up. "No. Don't Stop." I unsheathed my other blade. "Give me a fair fight, and I'll give you a fait death, Ibrihim." His jaw tightened. After a moment, he forced open his shaking fingers and let his bow fall to the ground. When he drew his sword, he could barely support the weight of it. Still he threw everything he had into those final strikes. And when I wrenched him close, when I prepared my killing blow, that one remaining eye met mine, as if looking into a mirror. "I'm glad it was you," he said, quietly.”

“I support black people. I support women of all races. I support all disabled persons. I support all poor people. I support all children. Basically, I'm rooting for everyone on earth who is an underdog. I'm rooting for the mistreated individuals. Regardless of their race, gender, or religion.”

“Stormy Sunday by Stewart Stafford Coffee offsets the stormy Sunday, Thundery fingers scratch the drum, The coal-black sky stares unamused, A dim rainbow stripe upon its back. The understudy sun punches through, Slamming into a house's white gable, Blinding against the dark backdrop, The shushing showers rage angrier. Liquid beading on the window pane, Translucent insects marching slipshod, Weather duellists go back and forth, A primal rolling flux rumbling on. © Stewart Stafford, 2023. All rights reserved.”