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Quote by John Bunyan

“Queres acaso te ver livre da melancolia? Queres prazer, mas longe da louca agonia? Queres ler enigmas, e sua precisa solução, Ou preferes te afogar na tua contemplação? Queres a carne? Será não preferes, destarte, Ver um homem nas nuvens, ouvindo falar-te? Anseias ver-te num sonho, mas sem dormir? Ou não preferes a um só tempo chorar e rir? Não te atrai a ti mesmo te perderes sem dano? Pra depois te achares sem passe sobre-humano? Queres tu mesmo ler, sem sequer saber o quê, Sabendo, porém por essas linhas mesmas que lês, Se estás ou não abençoado? Ah, vem, então, E abre meu livro, uma só mente, um só coração.”

Quote by John Bunyan

Work

O Peregrino

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Author

John Bunyan
John Bunyan

John Bunyan, born on November 28, 1628, and died on August 31, 1688, was a renowned English writer. He is best known for his religious works, especially his masterpiece 'Pilgrim's Progress'. Bunyan's life was filled with hardships, including multiple arrests for his preaching activities, but his works have had a profound impact on both Christian literature and English literature. more

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“Terás então de ler doutra maneira, Como, Não serve a mesma para todos, cada um inventa a sua, a que lhe for própria, há quem leve a vida inteira a ler sem nunca ter conseguido ir mais além da leitura, ficam pegados à página, não percebem que as palavras são apenas pedras postas a atravessar a corrente de um rio, se estão ali é para que possamos chegar à outra margem, a outra margem é que importa, A não ser, A não ser, que, A não ser que esses tais rios não tenham duas margens, mas muitas, que cada pessoa que lê seja, ela, a sua própria margem, e que seja sua, e apenas sua, a margem a que terá de chegar,”

“Não o nego, mas cativa-me a ideia da possibilidade, da liberdade. Quando tenho muitos livros para ler, tenho escolha. Quanto menos tiver, mais a minha liberdade está confinada. Ela depende dos livros que não são lidos. Se temos apenas um caminho, não temos liberdade, teremos impreterivelmente de o seguir. Para ela existir, temos de ter possibilidades, muitas, porque só daí pode resultar uma escolha lúcida.”

“Eu escrevo um caixão de gravetos, uma toca de terra; papiro para untar meus restos mortais. Eu escrevo uma salva de saudade, um funeral de flores; epitáfio para demarcar onde a vida morre em paz. Eu escrevo um esqueleto de cálcio sobre o qual nasço, cresço e morro. Você, antropólogo forense, leia meus ossos e relate em corte marcial os crimes e torturas que a vida e o homem afligiram a minha pessoa.”