Quotessence
Home / Quotes / Quote by Elio Gaspari

Quote by Elio Gaspari

“Às 17h38 tocara novamente o telefone do presidente Lyndon Johnson, que continuava em seu rancho do Texas. Era o subsecretário de Estado, George Ball. Na extensão estava o secretário de Estado assistente para Assuntos Interamericanos, Thomas Mann. Ball contou-lhe o que dissera a Gordon. Johnson aprovou: “Acho que devemos tomar todas as medidas que pudermos e estar preparados para fazer tudo que for preciso, exatamente como faríamos no Panamá— desde que seja viável. (...) Eu seria a favor de que a gente se arrisque um pouco”.”

Quote by Elio Gaspari

Work

A Ditadura Envergonhada

Browse quotes and source details for this work. more

Author

Elio Gaspari

Browse famous quotes and profile details for Elio Gaspari. more

You May Also Like

“O “Direito” moderno, cuja única grandeza é ser reflexo e incorporação da soberania popular na sociedade moderna, é o primeiro a se perder com a substituição do juiz sóbrio e objetivo pela figura narcísica do “justiceiro” que aceita incorporar e teatralizar a “vontade geral” pré-fabricada. A própria definição do Direito formal moderno, estabelecida pelo respeito ao procedimento legal e como garantidor do contraditório como meio de se assegurar previsibilidade e segurança jurídica, tende a ser substituído pelo que Max Weber chamava de “justiça do Kadi”, padrão de justiça material, construída sob o comando de aspectos extrajurídicos ditados pela conjuntura, sujeita a todo tipo de pressão emocional e de interesse de ocasião. Mudam-se as vestes e as fantasias, “moderniza-se” o golpe, substitui-se o argumento das armas pelo argumento “pseudo-jurídico”, amplia-se a aparência de “neutralidade”, sai de cena a baioneta e entra no palco da ópera bufa a toga arrogante e arcaica do operador jurídico, mas preserva-se o principal: Quem continua mandando de verdade em toda a encenação do teatro de marionetes são os mesmos 1% que controlam a riqueza, o poder e instrumentalizam a informação a seu bel-prazer. Os outros 99% ou são manipulados diretamente, como a classe média “coxinha”, ou assistem de longe, bestializados, a um espetáculo o qual, como sempre, vão ter que pagar sem participar do banquete.”