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Quote by André Lichnerowicz

“Creo que hay que temer mucho al hecho de que solo encontremos natural aquello a que estamos habituados, aquello que nos ha condicionado parcialmente. Lo que le parece natural al profesor no coincide ni con una evidencia peculiar de las matemáticas ni con la evidencia del alumno.”

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Work

La enseñanza de las matematicas

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Author

André Lichnerowicz

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“Los hombres siempre han sido presa de las distracciones, que son el pecado original de la mente; sin embargo, hasta ahora nunca se había hecho ningún intento por organizar y explorar las distracciones, por hacer de ellas, debido a su importancia económica, el meollo y el centro vital de la vida humana, es decir, por idealizarlas y convertirlas en las más altas manifestaciones de la actividad mental.”

“Comunque, quando mi sono licenziato provavo un tale astio e disgusto verso il mondo della finanza che mi venne voglia di investire nel suo unico potenziale nemico, in quell'asset che rappresentava la nemesi della moneta tradizionale: Bitcoin insomma. Ci ho messo sopra il venti per cento di quello che avevo sul conto, come un semplice atto di ribellione, per una pura questione di principio. Dopo anni a calcolare le percentuali di ROI sugli investimenti, ad affidarmi a bot e software complicatissimi, a studiare grafici, leggere notizie, restare in piedi fini a notte fonda per seguire i mercati asiatici, decisi di fare un investimento di cuore. Semplice e istintivo.”

“Quantas vezes os tenho ouvido dizer a mesma frase que simboliza todo o absurdo, todo o nada, toda a insciência falada das suas vidas. É aquela frase que usam de qualquer prazer material: «é o que a gente leva desta vida»... Leva onde? leva para onde? leva para quê? Seria triste despertá-los da sombra com uma pergunta como esta... Fala assim um materialista, porque todo o homem que fala assim é, ainda que subconscientemente, materialista. O que é que ele pensa levar da vida, e de que maneira? Para onde leva as costoletas de porco e o vinho tinto e a rapariga casual? Para que céu em que não crê? Para que terra para onde não leva senão a podridão que toda a sua vida foi de latente? Não conheço frase mais trágica nem mais plenamente reveladora da humanidade humana. Assim diriam as plantas se soubessem conhecer que gozam do sol. Assim diriam dos seus prazeres sonâmbulos os bichos inferiores ao homem na expressão de si mesmos.”