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Quote by A.E. Samaan

“Vivir la utopía de otra persona es realmente una pesadilla. Ninguno debe renunciar a las aspiraciones de su vida para trabajar por los objetivos de otro. La unidad de propósito es una sentencia de cárcel. El colectivismo es un delito; robo del valor individual.”

Quote by A.E. Samaan

Work

Thoughts in the Ether: Pensamientos en el Éter

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Author

A.E. Samaan

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“Desert rose! Like the traveler who wants to go everywhere, Like the sunshine that falls on everything, I want to travel too, but in one direction, that can be anywhere, As long as it leads to you, because without you, the world means nothing, Like the desert I want to spread endlessly, Like the wind I desire to be free, And chase your mirages over sand dunes tirelessly, And then wherever you are, there I shall be, Like the desert let your love be clear and unobstructed, Like the calm of the desert let us spread everywhere, Then in this desert let everything else be restricted, Because I want it to be your representation everywhere, Like an oasis oozing from the bosom of the desert, Like the mirage of water to a thirsty desert wanderer on a hot day, Let your love just one feeling assert, That like an oasis you will flow through me everyday, Like the beautiful desert rose, Like the endless desert, Let your feelings of love within me repose, As I slowly, but surely into your devout disciple convert, Like it first my love, before you begin to love it, Like the desert rose then let me love you, And finally as I, my soul to you shall submit, Let me see the desert, the oasis and the desert rose, and eternity in you!”

“começou por nos explicar que distinguia muito bem entre a igreja e a fé. achava que a igreja era uma máfia de interesses. o silva da europa interrompia-o e dizia, uns filhos da mãe, a igreja é uma instituição pançuda que se deixou confortavelmente sentada ao lado de salazar. como sempre, dizia anísio, sempre do lado dos opressores porque toda a lógica da igreja é opressora, não conhecem outra linguagem.”

“Uma coisa era o papa Inocêncio III declarar a Magna Carta nula de pleno direito em 1215, porque violava a ordem divinamente instituída da hierarquia, e outra bem diferente o Vaticano, em seu instrumentum laboris para o sínodo europeu de 1999, igualar o pluralismo com o marxismo. É impossível reconciliar uma rejeição do pluralismo com um autêntico compromisso com a democracia, e permanece perigosa uma devoção católica à erradicação do pluralismo. A política interna da Igreja tem relevância aqui, porque o uso de anátemas, banimentos e excomunhões para impor uma disciplina intelectual rigidamente controlada na Igreja revela uma instituição que ainda tem contas a acertar com ideias básicas como a liberdade de consciência e a natureza dialética da investigação racional.”

“Como vimos em nossa consideração sobre Spinoza, a própria ideia da democracia constitucional começa com a visão de que o governo existe para proteger a liberdade interior dos cidadãos de serem diferentes uns dos outros e de se identificarem com noções opostas da verdade e as escolherem. A implementação dessa visão requer uma separação entre a Igreja e o Estado, uma vez que o objetivo do Estado é proteger a consciência do cidadão de imposições de qualquer entidade religiosa. E vimos que a chegada de Spinoza a essa posição veio como consequência direta da experiência de sua família com a Inquisição. A Igreja repudiou a violência da Inquisição, mas continuou a manter as ideias que tinham produzido a Inquisição. A sequência em pânico das condenações do Vaticano do século XIX - socialismo, comunismo, racionalismo, panteísmo, subjetivismo, modernismo, mesmo "americanismo" - se somou a uma denúncia resoluta de tudo que queremos dizer com a palavra democracia. Do ponto d vista da colina sobre o Tibre, tudo isso era simplesmente um esforço para defender a ideia-chave contra a qual estavam aparentemente conspirando os mundos da ciência, cultura, política e educação - todos mundos que podiam ser facilmente associados com os judeus. O próprio Spinoza tinha parecido atacar essa ideia - a de que há uma verdade objetiva e absoluta e que sua guardiã é a Igreja.”