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Quote by DH Lawrence

“The proper way to eat a fig, in society, Is to split it in four, holding it by the stump, And open it, so that it is a glittering, rosy, moist, honied, heavy-petalled four-petalled flower.”

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DH Lawrence

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“In the nineteenth century, girls who learned to develop orgasmic capacity by masturbation were regarded as medical problems. Often they were 'treated' or 'corrected' by amputation or cautery of the clitoris or 'miniature chastity belts,' sewing the vaginal lips together to put the clitoris out of reach, and even castration by surgical removal of the ovaries. But there are no references in the medical literature to the surgical removal of testicles or amputation of the penis to stop masturbation in boys. In the United States, the last recorded clitoridectomy for curing masturbation was performed in 1948-- on a five-year-old girl.”

“There is no such thing as “vaginal orgasm” vs. “clitoral orgasm”. The entire ring of tissues that surrounds the vaginal opening is connected to the clitoris by nerves and blood vessels. Ultimately all these tissues together are responsible for the female orgasm. This entire erogenous zone is often referred to as the “ring of fire”.”

“...we touched each other's center, perfectly, just the fingertip upon the clitoris moving more and more slowly, our eyes steady on each other and the delicate pressure fine and more fine until all motion stopped in one still point remembered always, a vision. And then I did not know her pleasure from mine, my body from hers. We fell into and became each other. Then we slipped over the edge, entered and made love.”

“Por masturbação, a cultura sexual masculina compreende não somente o autoerotismo, como qualquer forma de estimulação dos órgãos sexuais que não seja o coito. […] Para essa cultura”, continua Lonzi, “a sexualidade clitoridiana só pode atuar por meio da masturbação, mesmo que praticada por um(a) parceiro/a”. Importa afirmar, ao contrário, a carícia clitoridiana como relação sexual por completo. “Em nossa opinião, a diferença entre masturbação e não masturbação está na percepção da presença do outro e na troca erótica, não na execução de um modelo de coito” – modelo inteiramente determinado pelos “valores ideológicos da penetração heterossexual procriadora”. A questão do gozo clitoridiano é indissociável da questão política da subjetivação. A afirmação da mulher clitoridiana é o ponto de partida de um tipo novo de devir-sujeito. Lonzi estabelece uma relação determinante entre clitóris e pensamento quando declara que ser clitoridiana significa para uma mulher “pensar na primeira pessoa”. De fato, é impossível pensar por si mesma sem se conhecer, e se conhecer sem saber onde está e qual é o seu prazer. Na escola, escreve Lonzi, “os jovens aprendem o funcionamento da procriação, não o prazer sexual”. Se existe, por exceção, uma distância redutível, é aquela, muito pouco interrogada, entre saber pensar e saber gozar. Entre saber como formamos nossa cabeça e de que maneira a perdemos. Daí o conceito de autoconsciência (autocoscienza). Para uma mulher, a autoconsciência de seu sexo e de seu prazer distingue-se da consciência de ser dessa ou daquela maneira, vaginal ou clitoridiana. Não se trata de aceitar um dado de nascimento, uma forma de fatalidade. A autoconsciência desperta aquilo de que ela é a consciência, isto é, a verdadeira fonte do desejo. É assim que ela permite, antes de tudo, acabar com a culpa pela suposta frigidez vaginal. A “mulher vaginal” é de fato apenas uma projeção do esquema sexual masculino, uma fabricação da “cultura patriarcal [que] conseguiu manter o clitóris escondido e inutilizado”. “Como é possível que a mulher vaginal hesite em se conscientizar de problema sexual tão vasto?”, prossegue Lonzi. Porque a cultura patriarcal é precisamente uma cultura da clitoridectomia.”

“We are learning to support girls as they 'lean in' educationally and professionally, yet in this most personal of realms, we allow them to topple. It's almost as if parents believe that if they don't tell their daughters that sex should feel good, they won't find out. And perhaps that's correct, they don't. Not easily anyway. But the outcome is hardly what adults could've hoped.”

“Distanciamento entre clitóris e vagina – objeto de tantas análises e psicanálises. Distanciamento entre clitóris e pênis. Distanciamento entre clitóris e falo, o primeiro se recusando, ao contrário do pênis, a obedecer à lei do segundo. Distanciamento entre o biológico e o simbólico, a carne e o sentido. Distanciamento, enfim, entre os “sujeitos” do feminismo e os próprios feminismos. Distanciamento entre os corpos. Distanciamento entre o destino anatômico do sexo e a plasticidade social do gênero. Distanciamento entre dado de nascimento e intervenção cirúrgica. Distanciamento entre a reivindicação da existência da “mulher” e a rejeição dessa categoria. Distanciamento entre um “nós, as mulheres” e uma multiplicidade de experiências que impede unificar ou universalizar esse “nós” e essas “mulheres”. O distanciamento não é apenas a diferença – diferença entre o mesmo e o outro, ou diferença em relação a si mesmo. A diferença – inclusive a diferença sexual – é só uma manifestação do distanciamento. O distanciamento fratura a identidade paradoxal da diferença, revela a multiplicidade nela contida. É portanto surpreendente que tenha sido escolhido um órgão, uma parte do corpo ou do sexo – o clitóris – para acomodar essa multiplicidade de distanciamentos. Por que privilegiar o clitóris e não outras zonas, não necessariamente genitais? Porque ele é um símbolo mudo. Em primeiro lugar, contam-se nos dedos os filósofos que se arriscaram a falar dele, enquanto fazem inúmeras referências a outras partes do corpo da mulher, seios, vagina ou ninfas, por exemplo. A falocracia da linguagem filosófica já não é um mistério. Batizando-a de “falocentrismo” ou “falogocentrismo”,10 Jacques Derrida, o pioneiro, submeteu-a à desconstrução questionando suas características principais: privilégio concedido à retidão, à ereção (modelo arquitetônico de tudo que fica em pé), à visibilidade, ao simbolismo do falo, e ao mesmo tempo redução da mulher à matéria-matriz, à mãe, à vagina-útero. Em filosofia, nunca se fala do prazer da mulher.”