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Quote by Jorge Guerra Pires

“Muitos evangélicos brasileiros praticam a teologia do domínio. A teologia da dominação, ou teologia do domínio, é uma interpretação teológica que discute o papel da igreja na sociedade. Originária dos Estados Unidos, essa teologia se espalhou para outras partes do mundo, incluindo o Brasil, onde influenciou tanto a sociedade quanto a política. No contexto brasileiro, ela tem sido associada a movimentos neopentecostais e figuras políticas, destacando-se pela defesa de uma influência cristã direta nas esferas de poder e governança.”

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Jorge Guerra Pires

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“Gostaria de dizer que a abordagem de Ser e Tempo [...] não é talvez em momento algum mais ideológica do que quando o seu autor procura compreender a morte a partir de um "esboço do ser-todo do ser-aí", uma tentativa pela qual suprime o carácter absolutamente inconciliável da experiência da vida com a morte tal como se nos apresenta com o declínio definitivo das religiões positivas. Heidegger procura, dessa forma, salvar as estruturas da experiência da morte como se fossem estruturas do ser-aí, do próprio ser humano, mas estas estruturas, tal como ele as descreve, só existem no mundo positivo da teologia, em virtude da esperança positiva da ressurreição. Heidegger não compreende que, ao secularizar essa estrutura, que em todo o caso ele assume tacitamente na sua obra, esses conteúdos teológicos não são simplesmente decompostos, mas que, sem eles, essa mesma experiência deixa de ser possível. Aquilo que censuro realmente nessa forma de metafísica é a tentativa de se apropriar sub-repticiamente sem teologia das possibilidades da experiência que foram teologicamente colocadas.”

“... vi si trova, lampeggiante nelle tenebre di allora e di oggi, allora di incredibile azzardo ma lasciata cadere con incredibile e adorabile noncuranza, la frase che io considero del più sublime laicismo: "Dopotutto, è un mettere le proprie congetture a ben alto prezzo, il volere, per esse, fare arrostire vivo un uomo". Quell'impagabile "dopotutto", quel ridurre a "congetture" tutte le fanatiche e potenti certezze! (su un passo degli Essais di Montaigne)”