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Quote by Adolf Hitler

“Poucos professores compreendem que a finalidade do ensino da história não deve consistir em aprender de cor datas e acontecimentos ou obrigar o aluno a saber quando esta ou aquela batalha se realizou, quando nasceu um general ou quando um monarca, quase sempre sem significação, pôs sobre a cabeça a coroa dos seus avós. (...) Aprender história quer dizer procurar e encontrar as forças que conduzem às causas das ações que vemos como acontecimentos históricos.”

Quote by Adolf Hitler

Work

Mein Kampf

Written by Adolf Hitler, this book details his political beliefs and the ideology that led to the rise of the Nazi party. more

Author

Adolf Hitler
Adolf Hitler

Adolf Hitler, born on April 20, 1889, and died on April 30, 1945, was a significant political figure in German history. He served as the Chancellor and Führer of Nazi Germany, playing a decisive role in the outbreak of World War II and having a profound impact on world history during his reign. more

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“A literatura romântica muitas vezes apresenta o indivíduo como alguém lutando contra o Estado e o mercado. Nada poderia estar mais distante da realidade. O Estado e o mercado são a mãe e o pai do indivíduo, e o indivíduo só pode sobreviver graças a eles. O mercado nos fornece trabalho, seguro-saúde e uma aposentadoria. Se quisermos estudar uma profissão, as escolas do governo estão lá para nos ensinar. Se quisermos abrir um negócio, o banco nos empresta dinheiro.”

“No capítulo da fundação de Portugal é mister ensinar, pelas escolas, que fôra instituida a nova nação a despeito dos seus senhores actuaes, a despeito do povo que hoje a domina: «Nós, os portuguezes, descendentes de judeus e mouros (todos irmãos, «todos semitas) fômos humilhados na nossa terra pelo bárbaro «rei Afonso Henriques; mas a persistência do nosso sangue tem «demovido a pata usurpadora...”

“... a reconstrução dos mundos é uma das tarefas mais importantes do historiador. Ele deve empreendê-la não por algum impulso estranho que o leve a escavar arquivos e folhear papéis velhos, mas sim porque quer conversar com os mortos. Interrogando os documentos, e lhes escutando as respostas, pode sondar as almas daqueles já se foram e dar forma às sociedades nas quais eles viveram. Se interrompêssemos todo contato com os mundos que perdemos, seríamos condenados a viver em um presente bidimensional, transformado em uma jaula temporal, e o nosso mundo mesmo se tornaria mais raso”

“- Bom, espero que o mundo tenha aprendido a lição... - (...) Não aprendeu. A gente esquece com facilidade. As gerações se sucedem. Cada governo escreve a História de acordo com as suas conveniências. E eu acho, meu caro, que cada um de nós tem nas suas mais remotas cavernas interiores um troglodita adormecido que, submetido a um certo tipo de estímulo, vem rapidamente à tona de nosso ser e se transforma num déspota totalitário capaz de todas as bestialidades. E nunca faltará um falso humanista para inventar uma teoria filosófica com o objetivo de coonestar todas as monstruosidades cometidas pelo ''homem das cavernas''. - Não sou assim tão pessimista.”

“Começo a arrepender-me deste livro. Não que ele me canse; eu não tenho que fazer; e, realmente, expedir alguns magros capítulos para esse mundo sempre é tarefa que distrai um pouco da eternidade. Mas o livro é enfadonho, cheira a sepulcro, traz certa contração cadavérica; vício grave, e aliás ínfimo, porque o maior defeito deste livro és tu, leitor. Tu tens pressa de envelhecer, e o livro anda devagar; tu amas a narração direita e nutrida, o estilo regular e fluente, e este livro e o meu estilo são como os ébrios, guinam à direita e à esquerda, andam e param, resmungam, urram, gargalham, ameaçam o céu, escorregam e caem.”