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Quote by Aleksandr I. Solzhenitsyn

“Gradually it was disclosed to me that the line separating good and evil passes not through states, nor between classes, nor between political parties either -- but right through every human heart -- and through all human hearts. This line shifts. Inside us, it oscillates with the years. And even within hearts overwhelmed by evil, one small bridgehead of good is retained. And even in the best of all hearts, there remains ... an unuprooted small corner of evil. Since then I have come to understand the truth of all the religions of the world: They struggle with the evil inside a human being (inside every human being). It is impossible to expel evil from the world in its entirety, but it is possible to constrict it within each person.”

Quote by Aleksandr I. Solzhenitsyn

Work

The Gulag Archipelago 1918–1956

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Author

Aleksandr I. Solzhenitsyn

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“Sim, ela vai esquecer a igreja branca e dourada como tinha esquecido tantas outras. Aquela curiosidade que havia mantido quase intacta lhe parecia com frequência como uma sobrevivência obstinada: mas de que servia se as lembranças se reduzem a poeira? A lua brilhava, como a estrelinha que a acompanha fielmente, e Nicole se lembrou dos versos bonitos de Aucassin e Nicolette: “Estrelinha, eu te vi/ Que a lua traz a si.” Esta é a vantagem da literatura, pensou ela: nós guardamos as palavras conosco. As imagens murcham, deformam-se, apagam-se. Mas ela reencontrava as velhas palavras em suas cordas vocais, quase como foram escritas. As palavras os uniam aos séculos passados, quando os astros brilhavam exatamente como hoje. E esse renascimento e essa permanência lhe davam uma impressão de eternidade.”

“– Orr é doido? – Sem dúvida. – Pode dá-lo por incapaz? – Claro que posso. Mas primeiro tem de me pedir. Faz parte do regulamento. – Então, porque não lhe pede? – Porque é doido. Só um lunático continuaria a participar em missões de combate depois de escapar por uma unha negra tantas vezes. Com certeza que posso dá-lo combate não está realmente doido. (...) Havia apenas um ardil e era o Artigo 22, o qual especificava que a preocupação de um homem pela sua própria segurança perante perigos reais e imediatos constituía o resultado do funcionamento de uma mente racional.”