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Quote by Usama Amjad

“Life's like a lightbulb: when you turn it on, it brightens up, and when you turn it off, darkness creeps in. Just like a fused bulb needs fixing, if life's a bit broken, take the time to mend it. Trust in yourself and others, because a fixed bulb shines again, but an ignored one might need replacing.”

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Usama Amjad

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“O grande choque de trens entre isso que chamam de monogamia e isso que denominam poliamor se dá nestes níveis. Ficar com mais de uma pessoa, isso o mundo todo sabe fazer. Porém, ou se faz coisificando essa pessoa, desde a perspectiva de uma amante que nunca mais voltarás a ver e não merece investir cuidados, [...] ou a partir da romantização com a qual se iniciam as relações monogâmicas que se querem duráveis, fazendo uma escalada até o casal monogâmico. [...] E nenhuma dessas formas é compatível com o novo paradigma amoroso.”

“— Não sou uma boa pessoa, tenho sangue em minhas mãos e já tirei mais vidas do que posso realmente contar, você está em perigo só por estar aqui, Chace, e isso me mata por dentro, porque não tenho forças para fazer o que seria o certo. Eu sou uma vadia egoísta, sei disso, eu quis Gabriel e não descansei até provar para ele que fomos feitos um para o outro, e agora eu quero você.”

“Nesse contexto, além do feminismo (ou, ainda, talvez por causa dele), outro movimento político que merece atenção (ainda que breve) em sua relação histórica e historicamente apagada com o marxismo, e que deve diretamente a Engels boa parte de suas possibilidades de questionamento hoje, é o movimento organizado de grupos que praticam e reivindicam relações não-monogâmicas. Popularmente conhecidos como “poliamor” ou “amor livre” no Brasil, esses grupos apresentam uma enorme variedade de formas de conceber e pensar a Monogamia (enquanto estrutura, em maiúscula) e a não-monogamia (enquanto prática de resistência, em minúscula), algumas declaradamente mais politizadas do que outras. Grupos que se reivindicam “anarquistas relacionais” ou “relações livres”, por exemplo, concebem que se trata, antes, de relações sociais – e não de um sentimento, o amor –, por isso essa crítica é indissociável de uma crítica estrutural anticapitalista anarquista, comunista ou socialista. Pensa-se a reestruturação revolucionária das famílias (ou sua extinção enquanto instituição), do sistema de parentesco, das relações afetivas e sexuais e até mesmo dos esquemas de sentimentos como parte fundamental da reestruturação também revolucionária, econômica e política, de nossa sociedade. Nos moldes do que já havia sido escrito e reivindicado por Aleksandra Kollontai ao descrever o amor-camarada, esses grupos se opõem politicamente, no campo da não-monogamia, àqueles que preferem manter a estrutura intacta e acreditar que se trata apenas de escolhas individuais, feitas com base em sentimentos espontâneos, ainda que com contornos culturais.”

“He senses something wrong. He sees nothing, hears nothing, yet feels surrounded, then enveloped, by a presence of undiluted evil. He is immobilized. Then a savage merging of oblivion and agony, as if buried alive in a living expanse of living, malignant soil invading the self, violating him, becoming him. Every fiber, every atom, strains with the effort to expel it, to escape.”

“The policeman driving the Black Maria brought the horses to a halt near another police wagon just short of the pier. Stern and Donnelly stepped onto the street, its stone paving still wet from a recent rain. The lingering smell of ozone hung in the air. The thunder had been shattering, and Stern was glad they hadn’t had to come out in the storm. He would in theory have preferred a motorized truck, but they were notoriously delicate things, prone to breakdown. At least the models publicly available.”