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Quote by Mircea Eliade

Work

The Sacred and the Profane: The Nature of Religion

This work examines the fundamental distinction between the sacred and the profane as a key element of religious experience. Drawing on historical and cross-cultural examples, the book analyzes how sacred space, time, and rituals shape human understanding of the divine and the world. It discusses the ways in which religious symbols and myths mediate between the transcendent and the ordinary, offering insights into the nature of belief and the structure of religious life. more

Author

Mircea Eliade
Mircea Eliade

Mircea Eliade was a Romanian historian of religion and a prominent figure in the study of comparative religion. Born on March 13, 1907, in Bucharest, Romania, he passed away on April 22, 1986. His research focused on the history of religions, with a particular interest in the role of myth and ritual in human societies. more

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“La historia humana no conoce una sola droga que haya dejado de consumirse o desaparecido por ser prohibida, pero muestra que su empleo tiene muchas más probabilidades de hacerse delirante si se prohíbe; lo adherido a la ilegalización (adulteraciones, contacto con ambientes criminales, precios usurarios, inseguridades en el suministro, mitos) erosiona el sentido crítico del usuario, haciendo que tienda a consumirla con menos mesura. Una droga no es solo un cierto compuesto químico, sino algo cuyos efectos dependen de las condiciones vigentes para el acceso a ella.”

“Que la mente tiene extensos poderes, muy por encima de los que utiliza de ordinario, en la vid cotidiana, es algo sabido desde tiempo inmemorial; en todos los períodos y en todos los países han sido explotados estos poderes, para bien y para mal, por los médiums, los curanderos, los profetas, los magos, los hatha yoguis y los demás bichos raros que existen y que han existido siempre en los márgenes de todas las sociedades.”

“Que la mente tiene extensos poderes, muy por encima de los que utiliza de ordinario, en la vida cotidiana, es algo sabido desde tiempo inmemorial; en todos los períodos y en todos los países han sido explotados estos poderes, para bien y para mal, por los médiums, los curanderos, los profetas, los magos, los hatha yoguis y los demás bichos raros que existen y que han existido siempre en los márgenes de todas las sociedades.”

“Estória não se confunde com História, mas tem o poder de moldá-la. E esse poder está fundado na imaginação humana, base de toda a criatividade. Sendo essas as duas forças motrizes das artes e das ciências. Sem elas não há criação de conhecimento inovador e disruptivo. O monopólio mais estratégico não é o da informação. Não. Muito mais estratégico e crítico é o monopólio da imaginação. E eu só digo uma coisa; quem controla a imaginação, controla a p... toda!”

“En el curso de la historia mucha más gente ha muerto por la bebida y la droga que los que han muerto por su religión o su país. El deseo por el alcohol etílico y los opiáceos ha sido más fuerte, en toda esta gente, que el amor hacia Dios, el hogar, los niños, incluso la vida.”

“Como artista excepcional, político militante e contemporâneo excêntrico, Diego Rivera teve um papel primordial numa época muito importante no México. Tornou-se, embora polémico, o mais citado artista do continente hispano-americano no estrangeiro. Foi pintor, desenhador, artista gráfico, escultor, arquitecto, cenógrafo e um dos primeiros coleccionadores de arte mexicana pré-colonial. O seu nome está relacionado com os de Pablo Picasso, André Breton, Leo Trotski, Edward Weston, Tina Modotti e, como não podia deixar de ser, Frida Kahlo. Foi, simultaneamente, alvo de ódio e amor, admiração e rejeição, lendas e difamação. O mito que, ainda em vida, se criou à volta da sua pessoa, não se deve somente à sua obra, mas também ao seu papel activo na vida política da sua época, às suas amizades e aos seus conflitos com personalidades famosas, à sua aparência fascinante e ao seu carácter rebelde. Nas suas recordações, difundidas em diversas obras biográficas, Rivera contribuiu bastante para a criação do mito à volta da sua pessoa. Gostava de se apresentar como menino precoce de ascendência exótica, que combatera na Revolução mexicana como jovem rebelde, um visionário que se recusava a fazer parte da vanguarda europeia, e que estava predestinado para ser o cabecilha da revolução artística. A sua biógrafa, Gladys March, confirma, no entanto, que a sua vida real era muito mais banal e que Rivera tinha grandes dificuldades em separar a ficção da realidade.”