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Quote by Alice Walker

Work

The Color Purple

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Author

Alice Walker
Alice Walker

Alice Walker is a renowned American author born on February 9, 1944. Her works are known for their profound social criticism and feminist ideas, with notable titles including 'The Color Purple' and 'Beloved'. more

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“Le si raggelò il sangue nelle vene. Zanne. Due lunghi canini spiccavano in mezzo agli altri denti. Aveva le zanne. Doveva essersi lasciata sfuggire un'esclamazione perché lui farfugliò: «Te l'avevo detto di non guardare.» «Dio santo» mormorò lei. «Dimmi che sono finte.» «No, non lo sono.» Mary indietreggiò lentamente fino a toccare il muro. «Ma tu che cosa... sei?» chiese con voce strozzata. «Niente sole. Strani dentacci.» Rhage trasse un profondo respiro. «Prova un po' a indovinare.»”

“9. The Moon Cannot Be Stolen Ryokan, a Zen master, lived the simplest kind of life in a little hut at the foot of the mountain. One evening a thief visited the hut only to discover there was nothing in it to steal. Ryokan returned and caught him. "You may have come a long way to visit me," he told the prowler, "and you should not return empty-handed. Please take my clothes as a gift." Ryokan sat naked, watching the moon. "Poor fellow," he mused, "I wish I could give him this beautiful moon.”

“A compaixão que surge da afabilidade arcaica não se deixa compreender a partir da “compaixão” comum. Ela se aplica, em primeiro lugar, não apenas a outros seres humanos, mas ao ente em geral. Em segundo lugar, ela não se deve à identificação ou a se “pôr no lugar do outro” [Einfühlung]. A compaixão da afabilidade não conhece aquele Eu que se compadece ou se alegra com o outro por meio de um processo de identificação. Se todo “sentimento” [Gefühl] estivesse ligado ao “sujeito”, então, a compaixão [Mitgefühl] não seria um “sentimento”. A compaixão não é um sentimento “subjetivo”, não é uma “inclinação”. Ela não é meu sentimento. Ninguém sente. A compaixão acontece com alguém. Ela é afável: “Ele [o zen-budista] se alegra e sofre como se não fosse de modo algum “ele” que se alegra e sofre. Ele se sente como na respiração: não é “ele” que respira, como se a respiração dependesse dele e do seu consentimento, mas sim ele é respirado e tem, aí, no máximo, a observação consciente”. O Com afável se deve ao vazio que é esvaziado dessa distinção entre Eu e outro. Ele não permite aquele Si que se sentiria na compaixão: “Compaixão [...] não pode promover o menor sentimento de satisfação consigo mesmo”. Aquele Com afável está enraizado em uma in-diferença [In-Differenz] ou equi-valência [Gleich-Gültigkeit]. Ele é livre tanto do ódio quanto do amor, tanto do afeto como da repulsa.”