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Quote by Kaari Utrio

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Kalevan tyttäret : Suomen naisen tarina

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Kaari Utrio
Kaari Utrio

Kaari Utrio, born on July 28, 1942, is a renowned Finnish writer known for her profound character portrayal and unique literary style. Her works, which often explore themes of human nature and social issues, have won her widespread acclaim. more

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“Este era o ataque. A apologia tomava emprestado e distorcia o velho estratagema do Eclesiastes: era tempo de resgatar a música das mão dos “donos daa verdade”, e era tempo de reafirmar a comunicabilidade essencial da música, que havia sido forjada, na Europa, numa tradição humanista que sempre reconhecera o enigma da natureza humana; era tempo de aceitar que uma execução para o público constituía uma “comunhão laica”, e era tempo de reconhecer a primazia do ritmo e do tom, bem como a natureza básica da melodia. Para que isso acontecesse sem apenas repetir a música do passado, cumpria formular uma definição contemporânea de beleza, o que, por sua vez, era impossível sem que se compreendesse uma “verdade fundamental”. Nesse ponto, Clive se valeu ousadamente de alguns ensaios inéditos e altamente especulativos de um colega de Noam Chomsky, que ele tinha lido quando passara férias na casa do autor, em Cape Cod: nossa capacidade de “ler” ritmos, melodias e harmonias agradáveis, assim como a faculdade exclusivamente humana da linguagem, era geneticamente determinada. Segundo os antropólogos, esses três elementos deviam existir em todas as culturas musicais. Nosso ouvido para harmonia era inato. (Além disso, sem um contexto envolvente de harmonia, a dissonância não fazia sentido e se tornava desinteressante.) Compreender uma linha melódica era um ato mental complexo, mas passível de ser executado até por uma criança bem pequena; já nascíamos com uma herança, éramos o Homo musicas; portanto, definir a beleza na música implicava uma definição da natureza humana, o que nos trazia de volta às humanidades e à capacidade de comunicação…”

“Za drugim razem jest nudniej, bo znasz już to całe imaginarium: ręce przejeżdżające po kłosach zboża, ośnieżone górskie szczyty, fotele uszaki i półki z książkami kupowanymi na metry, kojące błękity i pastelowe róże, wszystkie te "harmonie", "dusze", "czulości", "głębie", "relacje". Przysięgam, otworzę kiedyś gabinet psychoterapii, nazwę go Psycho-Pol, w logo dam tribala i będę przyjmować pielgrzymki zblazowanych hipsterów. Albo seryjnych morderców i sfrustrowanych taksówkarzy. Niech tam, zaryzykuję.”