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Ritmo Quotes

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Ritmo Quotes

“Mais que um órgão que toca fundo no peito, Esse sujeito, o coração não é uma couraça Feita de vidraça, Mas uma chama que reclama carinho, respeito, amor... É eterna, é sincera, Mas quando ama, vai laceando e lança um laço Logo ali, bem lá, no compasso, bem feito, E se torna de sujeito a suspeito, e quando sofre se dilacera, em virtudes de vertigens e descompasso... e so sossega, sofrego em sacolejos, no mesmo leito onde o divino com um traço de rebeldia o seu destino entrega. E ali ele sofre em quimeras. E com o passar das eras e das iras eu diria ao mesmo tempo que desacelera ele ganha em sabedoria...”

“A LLEGADO LA HORA DE CRECER, MADURAR Y DARME CUENTA QUE LA VIDA NO ESPERA POR TI. LA VIDA TIENE UN RITMO, NO PUEDES SENTARTE Y VERLA PASAR, SOLO PUEDES SONREIRLE Y DEJARTE LLEVAR... VIVE CADA SEGUNDO COMO SI FUERA EL ULTIMO, VIVE DE TAL FORMA QUE DESEES VOLVER A VIVIR, NO TE DETENGAS ENTRE LOS MOMENTOS DIFICILES, TE AYUDARAN A CUMPLIR TU MISION DE SER Y HACER FELIZ. HA LLEGADO LA HORA DE PENSAR EN LOS DEMAS, DE SOÑAR, PERDONAR Y DEJAR TU EGO ATRÁS. TU VIDA TIENE UN RITMO, NO TIENE MAPAS NI DIRECCION, SOLO SE PACIENTE Y SIGUE EL RITMO DE TU CORAZON...”

“A métrica, o ritmo e o andamento todos têm o seu papel no nosso prazer. Ainda que os nossos batimentos cardíacos não estejam ligados ao andamento, certamente que consideramos andamentos mais lentos como sendo mais relaxantes e mais empolgantes os que são mais rápidos. Esta tensão estará provavelmente ligada ao facto de não gostarmos da incerteza e, especialmente, ao nosso receio de não conseguirmos lidar com uma situação.”

“Este era o ataque. A apologia tomava emprestado e distorcia o velho estratagema do Eclesiastes: era tempo de resgatar a música das mão dos “donos daa verdade”, e era tempo de reafirmar a comunicabilidade essencial da música, que havia sido forjada, na Europa, numa tradição humanista que sempre reconhecera o enigma da natureza humana; era tempo de aceitar que uma execução para o público constituía uma “comunhão laica”, e era tempo de reconhecer a primazia do ritmo e do tom, bem como a natureza básica da melodia. Para que isso acontecesse sem apenas repetir a música do passado, cumpria formular uma definição contemporânea de beleza, o que, por sua vez, era impossível sem que se compreendesse uma “verdade fundamental”. Nesse ponto, Clive se valeu ousadamente de alguns ensaios inéditos e altamente especulativos de um colega de Noam Chomsky, que ele tinha lido quando passara férias na casa do autor, em Cape Cod: nossa capacidade de “ler” ritmos, melodias e harmonias agradáveis, assim como a faculdade exclusivamente humana da linguagem, era geneticamente determinada. Segundo os antropólogos, esses três elementos deviam existir em todas as culturas musicais. Nosso ouvido para harmonia era inato. (Além disso, sem um contexto envolvente de harmonia, a dissonância não fazia sentido e se tornava desinteressante.) Compreender uma linha melódica era um ato mental complexo, mas passível de ser executado até por uma criança bem pequena; já nascíamos com uma herança, éramos o Homo musicas; portanto, definir a beleza na música implicava uma definição da natureza humana, o que nos trazia de volta às humanidades e à capacidade de comunicação…”