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Quote by Nordstelo

“no es sufciente apelar a las buenas intenciones de la población; más que nada necesitamos administrar sabiamente los cambios tecnológicos que ya están sucediendo a nuestro alrededor. En particular, utilizaremos el conocimiento sobre la información para reformar y consolidar plenamente la incipiente infósfera que ya existe a nuestro alrededor (el Internet) y desarrollar nuevos sistemas que serán la columna vertebral de este nuevo orden social.”

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Work

El Universo Antrópico

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Author

Nordstelo

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“Todavía hoy perduran en Latinoamérica y lastran su desarrollo económico actitudes y situaciones que obstruyen la actividad económica privada conducida de buena fe, y a la vez estimulan y premian a los negociantes inescrupolosos, a los traficantes de influencias, a los sobornadores de funcionarios públicos y defraudadores del fisco. Y frente a esto, la reacción espontánea del gobernante heredero de la tradición hispánica será aumentar los controles, las restricciones, las fiscalizaciones, sin advertir que no hay ninguna razón para que haya menor proporción de gente sobornable entre los controladores que entre los controlados, de manera que con cada nuevo trámite, con cada nueva restricción, crecen las probabilidades de corrupción y disminuyen las posibilidades de desenvolverse los ciudadanos sin recurrir a expedientes extraordiarios, aun para las gestiones más corrientemente necesarias [...]. Estas obstrucciones van a ser, cada una, la ocasión de una ofera o una solicitud de soborno. Y el funcionario honesto tendrá tendencia a la vacilación, cuando no a la parálisis, por temor a que su buena disposición hacia tal o cual proyecto sea interpretada como producto de alguna oscura transacción.”

“As pesquisas', diz [Revel], 'dão o seguinte resultado: à pergunta sobre em quem votarão, 53 por cento dos entrevistados responderam que votarão com a esquerda. Quando perguntados sobre quem vencerá, 54 por cento responderam: a direita. Eis a França dita cartesiana. Se lhes perguntassem se acreditam em Deus, 70 por cento responderiam que não. Mas, se lhes fosse perguntado se crêem que Jesus seja o filho de Deus, 80 por cento responderiam que sim.”

“[...] Nas redes sociais, o compartilhamento público de "injustiças" atrai muito mais atenção e simpatia gratuita aqueles que se sentem perpetuamente vitimados. A "injustiça chique" está na moda em todos os cantos da sociedade hoje em dia, entre ricos e pobres. Na verdade, esta pode ser a primeira vez na história da humanidade em que todos os grupos demográicos se sentem injustamente vitimados ao mesmo tempo. E Todos aproveitam a euforia da indignação moral que vem junto. Neste momento, qualquer um que se sinta ofendido com qualquer coisa [...] acha que está sofrendo algum tipo de opressão e que, portanto, merece se sentir ultrajado e receber determinada quantidade de atenção. O atual ambiente da mídia tanto encoraja quanto perpetua essas reações, porque, no final das contas, dá lucro. O escritor e comentarista Ryan Holiday se refere a isso como “pornografia do ultraje”: em vez de reportar histórias e problemas reais, a mídia acha muito mais fácil (e lucrativo) encontrar algo levemente ofensivo, transmitir o caso para uma ampla audiência, criar a sensação de ultraje e depois transmiti-la de um jeito que também cause ultraje a outra parcela da população. Isso desencadeia um eco de asneiras que ricocheteia entre dois lados imaginários e ao mesmo tempo distrai dos verdadeiros problemas e injustiças da sociedade. Não é de se estranhar que estejamos mais politicamente polarizados do que nunca. O maior problema da injustiça chique é desviar a atenção das vítimas reais. É como uma overdose de alarmismo. Quanto mais gente se autoproclama vítima de pequenas infrações, mais difícil é enxergar quem realmente sofre. As pessoas se viciam em se sentir constantemente ofendidas porque isso lhes traz euforia: ser hipócrita e moralmente superior provoca bem-estar. Como disse o cartunista político Tim Kreider, em um editorial do The New York Times: "O ultraje é como várias outras coisas agradáveis que com o tempo nos devoram de dentro para fora. E é ainda mais insidioso que a maioria dos vícios, porque sequer o reconhecemos conscientemente como um prazer".”