Quotessence
Home / Quotes / Quote by Carl William Brown

Quote by Carl William Brown

Work

Author

Carl William Brown

Browse famous quotes and profile details for Carl William Brown. more

You May Also Like

“Gli dobbiamo [a Marx] quest'idea che fa la disperazione del nostro tempo – ma qui la disperazione vale più di qualsiasi speranza – che quando il lavoro è avvilimento, non è vita, sebbene occupi tutto il tempo della vita. Chi, nonostante le pretese di questa società, può dormirvi in pace, sapendo ormai che essa trae i suoi mediocri piaceri dal lavoro di milioni d'anime morte? Esigendo per il lavoratore la vera ricchezza, che non è quella del denaro, ma quella degli svaghi o della creazione, egli ha rivendicato, nonostante le apparenze, la qualità dell'uomo. Facendo questo, lo possiamo affermare con forza, non ha voluto la degradazione supplementare che è stata, in suo nome, imposta all'uomo. Una frase, per una volta chiara e tagliente, rifiuta per sempre ai suoi discepoli trionfanti la grandezza e l'umanità che gli erano proprie. “Un fine che ha bisogno di mezzi ingiusti, non è un fine giusto”.”

“Egli [Marx] ha posto il lavoro, il suo avvilimento ingiusto e la sua dignità profonda, al centro della sua riflessione. È insorto contro la riduzione del lavoro a merce e del lavoratore a cosa. Ha ricordato ai privilegiati che i loro privilegi non erano divini, né la proprietà un diritto eterno. Ha dato inquietudine alla coscienza di coloro che non avevano il diritto di serbarla tranquilla e ha denunciato, con profondità senza pari, una classe il cui delitto sta non tanto nell'aver avuto il potere, quanto nell'averne usato ai fini di una società mediocre e senza vera nobiltà.”

“...así como el sistema inmunológico requiere de ser expuesto a agentes patógenos para fortalecerse, nuestra psique, explican Haidt y Lukianoff, necesita de niveles de estrés para el mismo propósito. Impedir, por lo tanto, que los niños pasen malos momentos o sean expuestos a ideas que los afectan lo único que consigue es fragilizarlos psicológicamente e incapacitarlos para enfrentar los desafíos de la vida adulta.”

“Las fantasías existen y pueden ser tan reales y tan nocivas y peligrosas como los estados físicos. Opino. también, que los trastornos anímicos son harto más peligrosos que las epidemias o terremotos. Ni las epidemias de cólera o de viruela medievales han matado a tantos hombres como ciertas discrepancias de opinión en el año 1914 o ciertos -ideales- políticos en Rusia.”

“Assim como as mercadorias, o amor foi fetichizado pelo capitalismo. A cultura produz e molda desejos, incentivando as pessoas a buscarem e consumirem formas específicas de amor. O capitalismo criou aquilo que Karl Marx (1988) chamou de fetiche da mercadoria. A palavra “fetiche” vem do termo “feitiço” e é usada por Marx para descrever o processo pelo qual as mercadorias ganham uma aparência de autonomia e poder que obscurece as verdadeiras relações sociais e laborais que as produziram, para que as pessoas passem a comprar um produto não mais somente pela sua utilidade, mas pelo que é capaz de despertar em termos emocionais no comprador. Uma bolsa, por exemplo, não serve só para carregar coisas, ela é símbolo de status dependendo da marca que a produz. E, assim como a fetichização da mercadoria, a fetichização do amor conjugal tornou-se uma estratégia fundamental de produção subjetiva capaz de atuar como dispositivo de controle e sujeição dos corpos, principalmente os das mulheres, às narrativas construídas pelo capital com o objetivo de aumentar a produção e consumo. A fetichização do amor conjugal ocorre quando as relações amorosas e afetivas são transformadas em mercadorias ou produtos. Isso significa que o amor é comercializado e moldado de acordo com as necessidades do mercado, desvirtuando seu valor intrínseco e transformando-o em um meio de lucro e controle social. A estrutura familiar tradicional é, muitas vezes, promovida como um pilar da estabilidade social. No entanto, essa prática também serve aos interesses do capitalismo ao criar unidades de consumo previsíveis e controláveis.”

“... el atracivo del marxismo no decrece, según está de sobra comprobado, con sus fracasos concretos. Para el creyente de esta y otras religiones, ni los malos sacerdotes ni una Iglesia transformada en brutal maquinaria de represión pueden comprometer la promesa de redención que formularon los profetas.”