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Quote by Octavio Paz

“La palabra chingar, con todas estas múltiples significaciones, define gran parte de nuestra vida y califica nuestras relaciones con el resto de nuestros amigos y compatriotas. Para el mexicano la vida es una posibilidad de chingar o ser chingado. Es decir, de humillar, castigar y ofender. O a la inversa. Esta concepción de la vida social como combate engendra fatalmente la división de la sociedad en fuertes y débiles. Los fuertes – los chingones sin escrúpulos, duros e inexorables– se rodean de fidelidades ardientes e interesadas. EL servilismo ante los poderosos – especialmente entre la casta de los "políticos" esto es, de los profesionales de los negocios públicos– es una de las deplorables consecuencias de esta situación . Otra, no menos degradante es la adhesión a las personas y no a los principios. Con frecuencia nuestros políticos confunden los negocios públicos con los privados. No importa. Su riqueza o su influencia en la administración les permite sostener una mesnada que el pueblo llama, muy atinadamente, de "lambiscones" (de lamer).”

Quote by Octavio Paz

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The Labyrinth of Solitude and Other Writings

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Octavio Paz
Octavio Paz

Octavio Paz (March 31, 1914 - April 19, 1998) was a renowned Mexican poet, essayist, and diplomat. He is considered one of the greatest Spanish-language poets of the 20th century, known for his unique poetic style and profound intellectual depth. more

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“Una sociedad democrática verdadera debe servir a su pueblo, no a grandes empresas, al bienestar de sus ciudadanos, no a los bolsillos corporativos. Pero cuando tienes corporaciones que compran los asientos de nuestros líderes políticos, a quién piensan que van a servir?”

“Há militares que acusam os responsáveis políticos de serem ignorantes nos assuntos militares e de não respeitarem a especificidade própria da condição militar, o que infelizmente tem acontecido; e há políticos que acusam os militares de não quererem adaptar-se a novas situações e de serem inimigos da mudança, o que também tem ocorrido.”

“Quantas vezes me disse o Conde ser este o segredo das Democracias Constitucionais: «Eu, que sou governo, fraco mas hábil, dou aparentemente a soberania ao povo, que é forte e simples. Mas, como a falta de educação o mantém na imbecilidade, e o adormecimento da consciência o amolece na indiferença, faço-o exercer essa soberania em meu proveito… E quanto ao seu proveito… adeus, ó compadre! Ponho-lhe na mão uma espada; e ele, baboso, diz: eu sou a Força! Coloco-lhe no regaço uma bolsa, e ele, inchado, afirma: eu sou a fazenda! Ponho-lhe diante do nariz um livro, e ele exclama, de papo: eu sou a Lei! Idiota! Não vê que por trás dele, sou eu, astuto manejador de títeres, quem move os cordéis que prendem a Espada, a Bolsa e o Livro!»”