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Quote by Balzac (de) Honoré

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Balzac (de) Honoré

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“In this watercolor Gavarni portrays an individual whose father was an industrialist and whose older brother was a distinguished professor. From the looks of him, Hippolyte Beauvisage Thomire had a keen eye for fashion in casual clothing, however. He represents the new generation of bourgeois consumers that emerged during the July Monarchy. He is the modern young man off the newly invented fashion plates and out of the cast of Balzac’s Human Comedy. Charles Baudelaire, the great cultural critic of Louis Philippe’s reign in latter years, called the artist Gavarni “the poet of official dandysme." Dandysme, Baudelaire said (in his famous essay “De l’heroisme de la vie moderne” [The heroism of modern life], which appeared in his review of the Salon of 1846), was “a modern thing.” By this he meant that it was a way for bourgeois men to use their clothing as a costume in order to stand out from the respectable, black-coated crowd in an age when aristocratic codes were crumbling and democratic values had not yet fully replaced them. The dandy was not Baudelaire’s “modern hero,” however. “The black suit and the frock coat not only have their political beauty as an expression of general equality,” he wrote, “but also their poetic beauty as an expression of the public mentality.” That is why Baudelaire worshiped ambitious rebels, men who disguised themselves by dressing like everyone else. “For the heroes of the Iliad cannot hold a candle to you, Vautrin, Rastignac, Birotteau [all three were major characters in Balzac’s novels] . . . who did not dare to confess to the public what you went through under the macabre dress coat that all of us wear, or to you Honore de Balzac, the strangest, most romantic, and most poetic among all the characters created by your imagination,” Baudelaire declared.”

“Naquele tempo o comércio dos livros era, como ainda hoje, artigo de luxo; todavia, apesar de mais baratas, as obras literárias tinham menor circulação. Provinha isso da escassez das comunicações com a Europa, e da maior raridade de livrarias e gabinetes de leitura. Cada estudante, porém, levava consigo a modesta provisão que juntara durante as férias, e cujo uso entrava logo para a comunhão escolástica. Assim correspondia São Paulo às honras de sede de uma academia, tornando-se o centro do movimento literário. Uma das livrarias, a que maior cabedal trazia a nossa biblioteca, era de Francisco Otaviano, que herdou do pai uma escolhida coleção das obras dos melhores escritores da literatura moderna, a qual o jovem poeta não se descuidava de enriquecer com as últimas publicações. Meu companheiro de casa era dos amigos de Otaviano, e estava no direito de usufruir sua opulência literária. Foi assim que um dia vi pela primeira vez o volume das obras completas de Balzac, nessa edição em folha que os tipógrafos da Bélgica vulgarizam pôr preço módico. As horas que meu companheiro permanecia fora, passava-as eu com o volume na mão, a reler os títulos de cada romance da coleção, hesitando na escolha daquele pôr onde havia de começar. Afinal decidia-me pôr um dos mais pequenos; porém, mal começada a leitura, desistia ante a dificuldade. Tinha eu feito exame de francês à minha chegada em São Paulo e obtivera aprovação plena, traduzindo uns trechos do Telêmaco e da Henriqueida; mas, ou soubesse eu de outiva a versão que repeti, ou o francês de Balzac não se parecesse em nada com o de Fenelon e Voltaire; o caso é que não conseguia compreender um período de qualquer dos romances da coleção. Todavia achava eu um prazer singular em percorrer aquelas páginas, e pôr um ou outro fragmento de ideia que podia colher nas frases indecifráveis, imaginava os tesouros que ali estavam defesos à minha ignorância. Conto-lhe este pormenor para que veja quão descurado foi o meu ensino de francês, falta que se deu em geral com toda a minha instrução secundária, a qual eu tive de refazer na máxima parte, depois de concluído o meu curso de direito, quando senti a necessidade de criar uma individualidade literária. Tendo meu companheiro concluído a leitura de Balzac, a instâncias minhas, passou-me o volume, mas constrangido pela oposição de meu parente que receava dessa diversão. Encerrei-me com o livro e preparei-me para a luta. Escolhido o mais breve dos romances, armei-me do dicionário e, tropeçando a cada instante, buscando significados de palavra em palavra, tornando atrás para reatar o fio da oração, arquei sem esmorecer com a ímproba tarefa. Gastei oito dias com a Grenadière; porém um mês depois acabei o volume de Balzac; e no resto do ano li o que então havia de Alexandre Dumas e Alfredo Vigny, além de muito de Chateaubriand e Victor Hugo. A escola francesa, que eu então estudava nesses mestres da moderna literatura, achava-me preparado para ela. O molde do romance, qual mo havia revelado pôr mera casualidade aquele arrojo de criança a tecer uma novela com os fios de uma ventura real, fui encontrá-lo fundido com a elegância e beleza que jamais lhe poderia dar.”

“You can no longer see or identify yourself solely as a member of a tribe, but as a citizen of a nation of one people working toward a common purpose.”

“I never should have left her.” “Exactly right.” Opening his eyes, he sprang to his feet. “I can’t waste another moment.” Dominic nodded. “Go.” Aden grabbed his coat and hat, cursing under his breath. “I am an idiot. A complete, sodding idiot.” Dominic’s sardonic laugh followed him out the door. “Of course you are. You’re a man in love.”