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Jungian Quotes

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Jungian Quotes

“In the turmoil of our time, we are being called to a new order of reality. Working toward that consciousness, we suffer, but our suffering opens us to the wounds of the world and the love that can heal. It is our immediate task to relate to the emerging feminine whether she comes to us in dreams, in the loss of those we love, in body disease, or in ecological distress. Each of us in our own way is being Brough face to face with Her challenge.”

“As the Great Creatrix, the feminine is no vessel and passage for an alien, masculine Other that condescends towards her, enters into her, and favors her with the seed of living. Life originates in her and issues from her, and the light that appears projected on the night sky, which she is herself, is rooted in her depths. For she is not only the protomantis, the first and great Prophetess, but also she who gives birth to the Spirit-Light, which, like consciousness and the illumination that arises in transformation, is rooted in her creative efficacy. She is the creative Earth, which not only brings forth and swallows life, but as that which transforms also lets the dead thing be resurrected and leads the lower to the higher. All developments and transformations that lead from the simple and insignificant through all gradations of life to the complicated and intricately differentiated fall under her sovereignty. This matriarchal world is geocentric; the stars and signs of the zodiac are the heavenly girdle of the Earth Goddess and are arranged around her as the true center around which everything revolves.”

“I feel as though dispossessed from the semblances of some crystalline reality to which I’d grown accustomed, and to some degree, had engaged in as a participant, but to which I had, nevertheless, grown inexplicably irrelevant. But the elements of this phenomenon are now quickly dissolving from memory and being replaced by reverse-engineered Random Access actualizations of junk code/DNA consciousness, the retro-coded catalysts of rogue cellular activity. The steel meshing titters musically and in its song, I hear a forgotten tale of the Interstitial gaps that form pinpoint vortexes at which fibers (quanta, as it were) of Reason come to a standstill, like light on the edge of a Singularity. The gaps, along their ridges, seasonally infected by the incidental wildfires in the collective unconscious substrata. Heat flanks passageways down the Interstices. Wildfires cluster—spread down the base trunk Axon in a definitive roar: hitting branches, flaring out to Dendrites to give rise to this release of the very chemical seeds through which sentience is begotten. Float about the ether, gliding a gentle current, before skimming down, to a skip over the surface of a sea of deep black with glimmering waves. And then, come to a stop, still inanimate and naked before any trespass into the Field, with all its layers that serve to veil. Plunge downward into the trenches. Swim backwards, upstream, and down through these spiraling jets of bubbles. Plummet past the threshold to trace the living history of shadows back to their source virus. And acquire this sense that the viruses as a sample, all of the outlying populations withstanding: they have their own sense of self-importance, too. Their own religion. And they mine their hosts barren with the utilitarian wherewithal that can only be expected of beings with self-preservationist motives.”

“A natureza observadora e emocionalmente determinada do espírito lunar é designada em alemão pelas palavras pertencentes à raiz Sinn, que significa meditar, ter em mente, ponderar, considerar e ser contemplativo; e também contemplação, inclinação mental, assim, como sentidos e sensual; por último, mas não menos importante, o Eigen-Sinn (vontade própria, obstinação) que os homens em geral atribuem às mulheres. A consciência matriarcal age através da circum-ambulação e da meditação. Falta-lhe o propósito do pensamento dirigido, da conclusão lógica e do juízo. Sua Ação característica é um movimento em torno de um círculo, uma contemplação (Betrachtung, uma vez interpretada por Jung como trachtigmachen, engravidar) . Não tem o objetivo direto da consciência masculina, nem o fio aguçado de sua análise. Interessa-se mais pelo significativo do que por fatos e datas, e é orientada teleologicamente mais ao crescimento orgânico do que à causalidade mecânica ou lógica. Uma vez que o processo de cognição nessa “consciência lunar“ é uma gravidez e seu produto um nascimento, um processo em que toda a personalidade participa, seu “conhecimento “não pode ser partilhado, relatado ou provado. É uma posse interior, realizada e assimilada pela personalidade, mas não facilmente discutida, porque a experiência interna que está por trás dela não se presta a uma exploração verbal adequada, e dificilmente pode ser transmitida a alguém que não tenha passado pela mesma experiência. Por essa razão, uma consciência masculina pura e simples considera o “conhecimento” da consciência matriarcal não verificável, caprichoso e místico por excelência. Esse é, de fato, no sentido positivo, o cerne da questão. É a mesma espécie de conhecimento revelado nos mistérios e no misticismo. Consiste não de verdades partilhadas mas de transformações experimentadas, portanto necessariamente só tem validade para as pessoas que passaram pela mesma experiência. Para estas, o conselho de Goethe ainda vale: Sagt es niemand, nur den Weisen, Weil die Menge gleich verhohnet (Não conte a ninguém, apenas aos sábios, porque a multidão não tarda em zombar) Isto quer dizer que as percepções de consciência matriarcal são condicionadas pela personalidade que as realiza. Não são abstratas nem desemocionalizadas, pois a consciência matriarcal conserva o vínculo com o reino do inconsciente do qual seu conhecimento brota. Suas descobertas interiores, estão, em conseqüência, em oposição direta às da consciência masculina, que consiste idealmente de conteúdos conscientes abstratos, livres de emocionalismo e possuidores de uma validade universal não afetada por fatores pessoais.”

“Não é sob os raios causticantes do sol mas na fria luz refletida da lua, quando a escuridão da inconsciência atinge sua plenitude, que o processo criativo se completa: a noite, e não o dia, é que é o momento da procriação. Esta requer escuridão e quietude, segredo, mudez e ocultamento. Em conseqüência, a lua é senhora da vida e do crescimento em oposição ao sol letal e devorador. O tempo úmido da noite é o tempo do sono, mas também da cura e de recuperação . Por esta razão, o deus da lua, Sin, é um médico; uma inscrição cuneiforme representando sua planta curativa diz que “depois que o sol se põe e com a cabeça velada, ela (a planta) deve ser circundada com um anel mágico de farinha e cortada antes que o sol nasça”. Aqui vemos, associado com o círculo mágico e com a farinha, o símbolo misterioso de “velar , que pertence à lua e ao segredo da noite. Cura e terapeuta, planta curativa e crescimento recuperador se encontram nessa configuração. É o poder regenerador do inconsciente que na escuridão noturna sou sob a luz da lua executa seu trabalho, um mysterium dentro de um mysterium, trabalhando a partir de si mesmo e da natureza, sem qualquer ajuda do ego cerebral. É por isso que as pílulas e as ervas curativas são associadas à lua e seus segredos guardados por mulheres, ou melhor, pela natureza feminina, que está ligada à lua. Aqui o simbolismo do crescimento vegetativo deve ser interpretado no sentido amplo que concede todo símbolo como síntese de uma realidade tanto interior como exterior. Ao reino noturno da lua curativa pertence o poder regenerador do sono que cura o corpo e suas feridas, a escuridão onde tem lugar a recuperação, e também aqueles acontecimentos da alma que na obscuridade, por processos que somente o coração pode saber, permitem ao homem “superar“ suas crises insolúveis. Não é, como se pensou, porque a lua muitas vezes parece verde no leste, que se supôs ser o verde a cor da lua; é por causa da inerente afinidade da lua com a vegetação da qual se diz: “Quando a palavra de Sin desce sobre a terra, o verde aparece.“ Esse verde de Osíris, de Chidher, do broto de shiva e da pedra verde alquímica, não é somente a cor do desenvolvimento físico mas também do desenvolvimento do espírito e da alma. A lua como regente da consciência matriarcal, está ligada a um conhecimento específico e a uma forma particular de compreensão. Isso é a consciência que nasceu, o espírito que veio à luz como fruto da noite.”