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Vampire Chronicles Quotes

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Vampire Chronicles Quotes

“Enquanto Stoker via seus vampiros como manifestações do proibido e do profano, Rice explorou-os como formas de lidar com sua realidade, com conflitos que lhes eram particulares; ela, que sempre se viu refletida na figura do outsider, sentiu-se confortável ao lidar com figuras que tentavam encontrar um significado para si fora da normatividade. Louis e Lestat, tão diferentes, carregam em si um pouco do fantasma da culpa católica e do desejo por ruptura e liberdade – sentimentos conflituosos, mas presentes simultaneamente em Rice.”

“They had ventured out into the chilly night with the sole intention of slaughtering as many humans as they could find and feasting on their blood. There had been a time (perhaps after he had killed his fiftieth victim) when he had thought he had finally acquired the state. The rush was unprecedented; the euphoria engulfed him as he and Jo shattered the dreams of the innocent. They cackled like hyenas as their blood-mania rendered them bestial.”

“Lestat: You're very anxious to be out of these rooms, aren't you? Why don't we simply get into bed together? I don't understand. David: You're serious? Lestat: Of course David: You do realize, that this is an absolutely magnificent body, don't you? I mean you aren't insensible to the fact that you've been deposited in a...a most impressive piece of young male flesh. Lestat: I looked it over well before the switch, remember? Why is it you don't want to.. David: You've been with a woman, haven't you? Lestat: I wish you hadn't read my mind. It's rude. Besides, what does that matter to you? David: A woman you loved. Lestat: I have always loved both men and women. David: That's a slightly different use of the word 'love.”

“Em sua busca por uma ressignificação do mal fora do Cristianismo, Lestat não tenta, entretanto, posicionar-se como sendo necessariamente o oposto dele. Afinal, como afirma Rice, ainda que Lestat “seja um símbolo de formas de liberdade e domínio, eu nunca perco de vista o mal que tem em si”. Esse mal em si, todavia, não o limita ou tampouco o define; ele é reconhecido, aceito e passa a integrar um mosaico complexo que compõe a identidade em transfiguração do “vampiro deste tempo”.”

“De um lado, temos a figura do vampiro pré-riceano como a própria personificação de um Outro que é estrangeiro, alheio à nós, aos nossos costumes e valores e que, consequentemente, era construído como perigoso, antagônico, maléfico. Do outro, temos Lestat, que já se viu nesses mesmos lugares e obstinou-se a reconstruir-se para além deles.”