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Quote by Robert W. Hefner

Work

Market Cultures: Society and Morality in the New Asian Capitalisms

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Author

Robert W. Hefner

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“Penekanan kepada ilmu sebagai satu kuasa (knowledge is power) membuat pemimpin dan pentadbir merancang dan melaksanakan dasar yang boleh mengembangkan ilmu, dan sekali gus mendapat kekuatan baru dalam hal tersebut. Kuasa Barat yang menjajah negara lain semuanya meletakkan peranan besar ilmu terutama dari segi memahami bahasa, pemikiran, budaya dan tradisi jajahan takluknya. Penekanan ini telah berjalan dengan teratur dengan gigih sehinggalah menimbulkan bidang pengajian baru, yang mengenai dunia Asia-Afrika disebut "Orientalisme".”

“E não era a primeira vez que tinha destes falsos arranques de amor, ameaçando absorver, pelo menos por algum tempo, todo o seu ser e resolvendo-se em tédio, em "seca". Eram como os fogachos de pólvora sobre uma pedra; uma fagulha ateia-os, num momento tornam-se chama veemente que parece que vai consumir o Universo, e por fim fazem apenas um rastro negro que suja a pedra. Seria o seu um desses corações de fraco, moles e flácidos, que não podem conservar um sentimento, o deixam fugir, escoar-se pelas malhas de um tecido reles?”

“Quando a emoção entra num tal estado de doença, o melhor que o poeta tem a fazer é não se deixar assustar, já que conhece esse estado, e apenas lhe dar atenção para prosseguir de forma mais contida, servindo-se do entendimento da forma mais leve possível, para corrigir momentaneamente a emoção, seja ela limitativa ou libertadora; se agir assim repetidamente, a emoção recuperará a sua natural segurança e consistência. Para além disso, deve acostumar-se a não pretender alcançar, em cada um desses momentos, tudo aquilo que deseja, suportando o que é momentaneamente imperfeito; o seu prazer terá de ser o de a cada momento se superar a si mesmo, na medida das exigências do seu ofício, e dos modos que lhe são próprios; até por fim alcançar o tom dominante da sua totalidade. Mas não deve pensar que o caminho dessa superação é sempre em crescendo, do mais fraco para o mais forte: desse modo não será igual a si mesmo, e entrará em tensão. Deve antes sentir que ganha em leveza o que perde em importância, que o silêncio é uma bela forma de superar a agitação, e a reflexão um meio de ultrapassar os impulsos. Se assim for, não haverá na progressão da sua obra um único tom necessário que não ultrapasse de certo modo o anterior; e o tom dominante só o será porque a forma de composição do todo é esta, e não outra.”

“Ao estudar a literatura romântica portuguesa, a mãe convencera-o a escrever um ensaio sobre Eurico o Presbítero, explicando-lhe, com palavras que eram sempre surpreendentes pelo contraste enter a delicadeza da voz que as pronunciava e a veemência apaixonada daquilo que diziam, que o tema romântico por excelência é a solidão do homem perante Deus, a Natureza e os outros homens, e que por isso o romantismo é a adolescência do mundo, a primeira vez na história em que emergem vozes e espíritos aos quais ninguém podia ensinar nada e que não podiam imitar ou emular ninguém porque a violência e o desequilíbrio dos seus sentimentos não se revia em qualquer experiência alheia. Foi nessa ocasião que lhe recitou pela primeira vez o texto “Sabeis o que é esse despertar do poeta?” e lhe perguntou se não era exactamente aquilo que sentia: que ninguém o podia compreender, nenhuma alma se erguia à sua altura, que a vileza e a decepção moravam no coração do destino, e que só uma solidão vertical frente ao bramido do mar ao rugido dos ventos poderia dar conta do tumulto que lhe perturbava o espírito.”