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Quote by Graham Hancock

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Graham Hancock
Graham Hancock

Graham Hancock is a British writer known for his research into ancient civilizations and mysterious phenomena. His works delve into the mysteries of human history and culture, including ancient Egypt, the Maya, and Atlantis. more

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“La peine, la perte, l'empreinte. La marque de la douleur ; même une fois le rouge des coups effacé, et les larmes taries faute d'avoir assez d’eau à verser pour traduire l'entaille, jetterait-on même dans cet acte tout ce qu'un corps peut en contenir. Chaque frôlement, chaque caresse, chaque coup de rein ou de langue ; chacun des éclairs où s'éreintent les rigides lois insulaires... chacun perdu d'avance, unique, éphémère, plus transitoire et fragile qu'un Hanami... plus précieux que l'or, alors, plus précieux encore.”

“A força da nossa vontade tem que ver com a vontade da nossa força. Porque a verdade é o que é pela sua justeza, mais o músculo anterior de quem a enuncia. Por isso é tão incompreensível a tolerância na juventude como a intolerância na velhice. Assim, a intolerância é um sinal de juventude de se ser um homem firme como na velhice é um sinal de se ser taralhouco. Assim a democracia não é o triunfo da juventude, a não ser como um terreno é o triunfo do que lá se cultiva. Porque a democracia não é uma “ideologia”, mas o caldo em que todas elas se podem desenvolver. Assim o que melhor a defende é que as ideologias perderam a semente do serem. Mas o que desse modo melhor a define a democracia na sua estabilidade e defesa contra o que a ameace, não é o convívio das várias ideologias, mas a indiferença em face de todas elas. Como na entropia, o regime que nos espera no limite do esperar, está para lá da democracia porque é a ausência de qualquer um. O homem não vai suicidar-se porque a vida sem razão não é razão para que o suicídio valha a pena. Honestamente, o homem vai continuar a morrer de “morte natural”. Mas talvez por inanição. Ou simplesmente de tédio, enquanto não achar um motivo que não o seja. E o tédio não se trata na psiquiatria, mas num sono em que se apodreça de bolor.”