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Quote by David Quammen

“Un individuo humano puede elegir no consumir savia de palma, no comer carne de chimpancés, no montar las pocilgas a la sombra de los mangos, no limpiar la tráquea de los caballos con las manos desnudas, no tener sexo sin protección con prostitutas, no compartir aguja, no toser sin taparse la boca, no subirse con síntomas a un avión o no poner a las gallinas y a los patos en el mismo corral.”

Quote by David Quammen

Work

Contagio: La evolución de las pandemias

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Author

David Quammen
David Quammen

David Quammen is an American writer known for his in-depth exploration of natural history. His works often involve biology, ecology, and the relationship between humans and nature. Born on February 24, 1948, Quammen's writing career spans multiple genres, including scientific writing, travel literature, and journalism. more

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“Invadimos los bosques tropicales y otros espacios salvajes, que albergan una enorme cantidad de especies de animales y plantas; y en el seno de estas criaturas, multitud de virus desconocidos. Talamos árboles; matamos animales o los enjaulamos para enviarlos a los mercados. Alteramos ecosistemas y provocamos que los virus escapen de sus huéspedes naturales. Cuando esto ocurre, los virus necesitan un nuevo huésped. A menudo, ese huésped somos nosotros.”

“This hegemonic simulation, a configuration that seems triumphant and unyielding, has its reverse, its revulsive effects. By virtually yielding to this global dynamic and exaggerating it in several ways, all of these would-be emerging countries gradually become submerging instead. They slowly invade the Western sphere, not on a competitive level, but like a ground swell. This invasion occurs in many ways, like a viral infiltration. It is the problem of global, more or less clandestine immigration (Hispanics are literally cannibalizing the United States). But also in the contemporary forms of terror, a true filterable virus, made up of terrorism and counterterrorism, and which is a violent abreaction to global domination, destabilizing it from the inside. The global order is cannibalized by terror.”

“La Vacuna Soneto Escuche a los expertos, Escuche a la ciencia. ¡Madura flojo inmaduro, Ten algo de valentía! Me puse la vacuna, Créame es seguro. Cada sientifico lo confirmará, Escucha a la razón, no al chismorreo. Las vacunas producen inmunidad, Las mascarillas previenen la propagación. Si sigues unos simples pasos, Prevendras la muerte de alguien. La libertad sin razón es un salvajismo. En crisis la responsabilidad es imperativo.”

“Para um indivíduo em 2020, todavia, o vislumbre de uma pandemia como essa era fundamentalmente de ordem estética, experienciado com o distanciamento seguro oferecido pela arte — que não deixou de povoar o imaginário das últimas décadas com toda sorte de desastres biológicos e epidêmicos, não raramente fabricando cenários de epidemias vampirescas. Certamente, nosso olhar para essas narrativas ganha complexidade no que atravessamos coletivamente o momento de crise. Uma questão, porém, inevitavelmente se assoma: do que nos fala essa — nada sutil — insistência?”

“Tanto na arte como no real, a negação parece funcionar como desesperada, ainda que ineficaz, estratégia de tentar dissimular força e estabilidade, postergando até o último momento possível, inevitável, o enfrentamento real e direto da ameaça. Muitas vezes, porém, nesse ponto, as ações de contenção já não são eficazes ou suficientes. Aos olhos dessas figuras, agências ou instituições governamentais que insistentemente negam ou relativizam as evidências empíricas e/ou científicas, sua admissão pública e transparente parece significar também uma aceitação de submissão à ameaça, um dobrar de joelhos metafórico que simultaneamente veicularia vulnerabilidade — não só à ameaça, como também aos olhos de todos os que de fora veem. Agem como se a negação contínua da realidade fosse, em si, força suficiente capaz de deter o curso de eventos que independem totalmente de seu poder ou vontade. Pergunto-vos: quando é?”

“Na era da (des)informação e da globalização, espalhando-se em progressão geométrica tal como o compartilhamento instantâneo das notícias falsas em um mundo intrinsecamente conectado, os próprios patógenos podem percorrer, em poucas horas, o globo; já não mais se deslocam lentamente, pegando carona com os passageiros de caravelas ou caravanas, meses a viajar por mares, rios ou estradas. As pandemias do século 21 — reais e ficcionais— são intrinsecamente subjugadas ao lado perverso da era da internet e dos aviões a jato.”