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Quote by Carlos E. Rangel Nafaile

“Por lo menos desde hace un siglo existe la opinión muy lógica de que la humanidad, con su crecimiento sin límites, está propiciando el agotamiento de muchos recursos materiales al consumirlos aceleradamente. Esta opinión ha sido soportada por muchos pensadores y filósofos entre quienes destaca Thomas R. Malthus (1766-1834)”

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Carlos E. Rangel Nafaile

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“This hegemonic simulation, a configuration that seems triumphant and unyielding, has its reverse, its revulsive effects. By virtually yielding to this global dynamic and exaggerating it in several ways, all of these would-be emerging countries gradually become submerging instead. They slowly invade the Western sphere, not on a competitive level, but like a ground swell. This invasion occurs in many ways, like a viral infiltration. It is the problem of global, more or less clandestine immigration (Hispanics are literally cannibalizing the United States). But also in the contemporary forms of terror, a true filterable virus, made up of terrorism and counterterrorism, and which is a violent abreaction to global domination, destabilizing it from the inside. The global order is cannibalized by terror.”

“La Vacuna Soneto Escuche a los expertos, Escuche a la ciencia. ¡Madura flojo inmaduro, Ten algo de valentía! Me puse la vacuna, Créame es seguro. Cada sientifico lo confirmará, Escucha a la razón, no al chismorreo. Las vacunas producen inmunidad, Las mascarillas previenen la propagación. Si sigues unos simples pasos, Prevendras la muerte de alguien. La libertad sin razón es un salvajismo. En crisis la responsabilidad es imperativo.”

“Para um indivíduo em 2020, todavia, o vislumbre de uma pandemia como essa era fundamentalmente de ordem estética, experienciado com o distanciamento seguro oferecido pela arte — que não deixou de povoar o imaginário das últimas décadas com toda sorte de desastres biológicos e epidêmicos, não raramente fabricando cenários de epidemias vampirescas. Certamente, nosso olhar para essas narrativas ganha complexidade no que atravessamos coletivamente o momento de crise. Uma questão, porém, inevitavelmente se assoma: do que nos fala essa — nada sutil — insistência?”

“Tanto na arte como no real, a negação parece funcionar como desesperada, ainda que ineficaz, estratégia de tentar dissimular força e estabilidade, postergando até o último momento possível, inevitável, o enfrentamento real e direto da ameaça. Muitas vezes, porém, nesse ponto, as ações de contenção já não são eficazes ou suficientes. Aos olhos dessas figuras, agências ou instituições governamentais que insistentemente negam ou relativizam as evidências empíricas e/ou científicas, sua admissão pública e transparente parece significar também uma aceitação de submissão à ameaça, um dobrar de joelhos metafórico que simultaneamente veicularia vulnerabilidade — não só à ameaça, como também aos olhos de todos os que de fora veem. Agem como se a negação contínua da realidade fosse, em si, força suficiente capaz de deter o curso de eventos que independem totalmente de seu poder ou vontade. Pergunto-vos: quando é?”

“Na era da (des)informação e da globalização, espalhando-se em progressão geométrica tal como o compartilhamento instantâneo das notícias falsas em um mundo intrinsecamente conectado, os próprios patógenos podem percorrer, em poucas horas, o globo; já não mais se deslocam lentamente, pegando carona com os passageiros de caravelas ou caravanas, meses a viajar por mares, rios ou estradas. As pandemias do século 21 — reais e ficcionais— são intrinsecamente subjugadas ao lado perverso da era da internet e dos aviões a jato.”

“A condição do vampirismo, pensada alegoricamente como doença infecciosa, seria de fato uma calamidade pública: tem alta infectividade, pois o contato direto com o vampiro é extremamente bem-sucedido em produzir novos vampiros, caso as vítimas venham a óbito; alta patogenicidade, pois sempre produz sintomas graves e sinais da doença, tais como os experienciados por Danny Glick; e alta virulência, sendo sua taxa de letalidade extremamente elevada.”

“When fathers are lovingly involved with their daughters from birth, the daughters reap the benefits all their lives. Daughters who had fathers they could count on are the most likely to be drawn to men who treat them well, to see their lovers as dependable people who won't suddenly disappear, and to be consistently orgasmic.”