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Quote by Ramón María del Valle-Inclán

Work

Luces de Bohemia

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Author

Ramón María del Valle-Inclán

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“As tentativas, por parte de instituições internacionais, de forjar o crescimento económico obrigando prepotentemente os países pobres a adotarem políticas e instituições melhores não resultam porque não envolvem qualquer explicação das razões pelas quais as más políticas e instituições surgiram inicialmente, a não ser que os líderes desses países pobres são ignorantes. Daqui resulta que as políticas não são adotadas nem implementadas, ou são apenas implementadas nominalmente.”

“Fatalista, Getúlio preferia atribuir sua chegada ao poder máximo da República à mão caprichosa do destino, como se ele próprio fosse um predestinado. Mas, na verdade, sua ascensão fora fruto da combinação de uma série de circunstâncias e conjunturas históricas, em parte habilmente conduzidas com a ajuda de um impressionante senso de oportunidade e um quase inacreditável talento para conjugar a dissimulação, o estratagema e a prudência.”

“After all, what is a dollar but paper? A bullet can save your life. Bullets make weapons more significant, and that makes you more significant. A man's life - what is that worth? Another man exists only to the degree that he stands in your way. Life doesn't mean much, but it's better to take it from the enemy before he has time to deliver a blow.”

“Usually it is said that periodic droughts cause bad crops and therefore starvation. But it is the elites of starving countries that propagate this idea. It is a false idea. The unjust or mistaken allocation of funds and national property is the most frequent source of hunger. There was a lot of grain in Ethiopia, but it had first been hidden by the rich and then thrown on the market at a doubled price, inaccessible to peasants and the poor.”

“Pica, a la verdad, en historia la unanimidad con que todas las clases españolas ostentan su repugnancia hacia los políticos. Diríase que los políticos son los únicos españoles que no cumplen con su deber ni gozan de las cualidades para su menester imprescindibles. Diríase que nuestra aristrocacia, nuestra Universidad, nuestra industria, nuestro ejército, nuestra ingeniería, son gremios maravillosamente bien dotados y que encuentran siempre anuladas sus virtudes y talentos por la intervención fatal de los políticos. Si esto fuera verdad, ¿cómo se explica que España, pueblo de tan perfectos electores, se abstiene en no sustituir a esos perversos elegidos? Hay aquí una insinceridad, una hipocresía. Poco más o menos, ningún gremio nacional puede echar nada en cara a los demás. Allá se van unos y otros en ineptitud, falta de generosidad, incultura y ambiciones fantásticas.”

“A Odebrecht não era a única a agir assim. Praticamente todas as grandes construtoras tinham seu canal privilegiado com PC — OAS, Andrade Gutierrez e Cetenco estavam entre as mais próximas. E não só empreiteiras, mas também laboratórios farmacêuticos, montadoras de automóveis, mineradoras, empresas de ônibus. Havia esquemas para todos os gostos e necessidades. E um punhado de operadores, como o secretário de Assuntos Estratégicos Pedro Paulo Leoni Ramos, o PP, o secretário particular, Cláudio Vieira, o secretário-geral, Marcos Coimbra, ou Lafaiete Coutinho, presidente da Caixa Econômica Federal. Todos, claro, prestando contas a PC Farias. Aos empresários mais chegados — incluindo os executivos da Odebrecht —, o primeiro-amigo costumava dizer que o presidente da República lhe impusera uma meta: “O Collor quer ganhar do Quércia, que juntou 1 bilhão com a política”. Isso até o dia em que um dos mandachuvas da construtora foi visitar PC na casa que ele mantinha em São Paulo, no bairro do Morumbi, para “reuniões de negócios”. Ao rememorar o episódio anos depois, em uma entrevista, o empresário contou que chegou no final da manhã de um dia de semana e encontrou PC confraternizando com um grupo de pessoas, chacoalhando o copo de uísque à vontade e entre risadas. “PC, que diabo é isso aí?!”, ele foi perguntando, enquanto o outro lhe estendia um copo. “Estamos comemorando 1 bilhão de dólares de arrecadação.” Mais intrigado do que espantado, o empreiteiro fez de cabeça umas contas rápidas. “Mas com o que nós [as construtoras] lhe pagamos ainda não pode ter dado para juntar isso tudo.” PC riu. “Vocês são bestas, vocês são merda! Nossa maior fonte [de propinas], sabe qual é? As telefônicas! A quantidade de equipamentos que essas telefônicas têm de comprar é uma enormidade!”, respondeu PC, ligeiramente satisfeito por ensinar o pai-nosso ao vigário.5 No Rio de Janeiro, o presidente da estatal de telefonia, indicado por PC, era um jovem economista chamado Eduardo Cunha.”