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Quote by Raphaëlle Giordano

“Un giorno Claude mi propose di provare il gioco della macchina fotografica immaginaria, un esercizio che si era inventato per aiutarmi a modificare il mio sguardo sulla realtà, cambiando il "filtro di percezione". "Quando uscirà di casa, invece di focalizzarsi sulle cose sgradevoli, cercherà di concentrare la sua attenzione su quelle belle e piacevoli facendo delle fotografie immaginarie". Dovevo allenarmi a stanare il Bello, insomma. Invece di soffermare lo sguardo sui mendicanti, i passanti immusoniti e i bambini urlanti, mi sorpresi a osservare il colore del cielo, una coppia di innamorati che si baciava, un signore che aiutava una donna a portare le valigie... Quel nuovo modo di guardare il mondo mi conquistò. Arricchivo ogni giorno la mia collezioni di immagini positive, un album mentale che mi avrebbe permesso di vedere la realtà da un'altra prospettiva...”

Quote by Raphaëlle Giordano

Work

Ta deuxième vie commence quand tu comprends que tu n'en as qu'une

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Author

Raphaëlle Giordano

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“A imagem imóvel da fotografia — fragmento retido do tempo — provoca outro tipo de envolvimento. Ela nos ilude com a sensação de poder interromper o fluxo do tempo, possibilita o prazer voyeurístico de devassar o passado numa imagem parada, disponível e eterna. Ela nos ilude com a verossimilhança capaz de confundir a imagem com a coisa fotografada. É impossível separar a fotografia do tema fotografado, mas ela não é o tema, é apenas o vestígio deixado por ele no momento mágico do clic”

“As fotografias eram vistas como um modo de dar informação a pessoas que não tinham o hábito da leitura. o Daily News ainda se autodenomina New York's Picture Newspaper, apelando a uma identificação populista. No extremo oposto da escala, o Le Monde, um jornal destinado a leitores preparados, bem informados, não utiliza quaisquer fotografias, pois pressupõe-se que, para os seus leitores, a fotografia só serviria de ilustração para a análise contida num artigo.”

“(...) escreve Arbus, "foi nunca ter enfrentado qualquer adversidade. Encontrava-me confinada a uma sensação de irrealidade... E, por mais absurdo que pareça, a sensação de imunidade era dolorosa" Sentindo um descontentamento semelhante, West conseguiu, em 1927, um emprego como rececionista noturno num deprimente hotel de Manhattan. A maneira de Arbus procurar experiências e, por isso, adquirir um sentido de realidade, foi a câmera. (...) O interesse de Arbus pelos freaks exprime um desejo de violar a sua própria inocência.”