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Quote by Andrzej Sapkowski

“-Hej! - ryczał Yarpen Zigrin siedzący na koźle, wskazując na Yennefer. - Coś się tam czerni na szlaku! Ciekawe, co to? Wygląda jak kobyła! - Bez ochyby! - odwrzasnął Jaskier, odsuwając na tył głowy śliwkowy kapelusik. - To kobyła! Wierzchem na wałachu! Niebywałe!”

Quote by Andrzej Sapkowski

Work

Miecz przeznaczenia

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Author

Andrzej Sapkowski
Andrzej Sapkowski

Andrzej Sapkowski is a Polish writer born on June 21, 1948. He is renowned for his fantasy novels, especially the 'The Witcher' series, which has been translated into multiple languages and adapted into games and television series. more

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“– Воистину, – проговорил, помолчав, Самсон Медок своим мягким и спокойным голосом. – Я вижу это очами души моей. Массовое изготовление бумаг, густо покрытых литерами. Каждая бумага в сотнях, а когда-нибудь, как бы смешно это ни звучало, возможно, и в тысячах экземпляров. Все многократно размножено и широко доступно. Ложь, бредни, шельмовство, пасквили, доносы, черная пропаганда и убеждающая толпу демагогия. Любая подлость облагорожена. Любая низость – официальна. Любая ложь – правда. Любое свинство – достоинство. Любой зачуханный экстремизм – революция. Любой дешевый лозунг – мудрость. Любая дешевка – ценность. Любая глупость признана, любая дурь – увенчана короной. Ибо все это отпечатано. Изображено на бумаге, стало быть – имеет силу, стало быть – обязывает. Начать это будет легко, господин Гутенберг. И запустить в дело. А остановить?”

“Freud denomina “romance familiar do neurótico” o conjunto das representações ligadas a esse processo de afastamento em relação aos pais. Uma vez ultrapassada essa fase, o “romance familiar do neurótico” quase sempre é esquecido e raramente se constitui numa lembrança consciente, que pode ser revelada pela psicanálise. O romance familiar é produto de uma “atividade imaginativa estranhamente acentuada”, que é uma característica essencial dos neuróticos e de pessoas relativamente inteligentes. A atividade imaginativa que se ocupa das relações familiares aparece, na criança, nas brincadeiras até o período anterior à puberdade. Os devaneios, que são comuns até depois da puberdade, são um exemplo da atividade imaginativa. Esses devaneios correspondem a “realização de desejos e uma retificação da vida real”. Têm dois objetivos principais: um erótico e um ambicioso – embora o objetivo erótico esteja comumente oculto sob o último. Nesse período de grande atividade imaginativa, a criança se dedica a libertar-se dos pais, que já não ocupam mais um lugar de alta estima, e os substituir por outros, “em geral de uma posição social mais elevada”: “Nessa conexão ela lançará mão de quaisquer coincidências oportunas de sua experiência real, tal como quando trava conhecimento com o senhor da Casa Grande ou com o dono de alguma grande propriedade, se mora no campo, ou com algum membro da aristocracia, se mora na cidade.”

“Se não quiséssemos engravidar. Se não quiséssemos engravidar e por isso tivéssemos comprado o apartamento da outra rua, de um dormitório. Se eu não gostasse da ventilação cruzada ou então se tivéssemos dinheiro para comprar aqueles apartamentos chiques de janelas de brise que não comportam a passagem de um vizinho suicida. Se eu não estivesse grávida e por isso não tivesse saído animada do exame, pensando no quadro. Se na viagem não tivéssemos achado a loja do pôster de filme que ia se tornar o quadro. Se um dos dois não tivesse visto o filme do pôster. Se a loja do pôster não aceitasse cartão. Se não tivéssemos feito a viagem do pôster. Se eu não tivesse apressado o André para me alcançar e levar o pôster que era finalmente um quadro. Se o porteiro Flávio tivesse puxado qualquer assunto, na saída da portaria. Ou se o porteiro Flávio não tivesse puxado o assunto que talvez tenha puxado, seu André, chegou aquela revista, Oi? A revista, o senhor quer agora? Ah, na volta pego. Se eu tivesse aguentado o quadro, feito mais força, pedido ajuda a qualquer um na rua. Se a Madalena não tivesse escolhido aquele prédio. Se ela não tivesse conhecido o Miguel e casado com ele. Se a Madalena não existisse.”