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Quote by Milan Kundera

“Y como en aquel momento no tenía nada con que obsequiar al mundo, obsequiaba a Klara. Al menos con promesas”

Quote by Milan Kundera

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Milan Kundera
Milan Kundera

Milan Kundera is a renowned Czech-French writer known for his profound psychological insights and unique narrative techniques. His works often explore themes of personal freedom, love, morality, and existentialism, with notable titles including 'The Unbearable Lightness of Being' and 'The Joke'. more

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“Certos escritores se desculpam de não haverem forjado coisas excelentes por falta de liberdade -- talvez ingênuo recurso de justificar inépcia ou preguiça. Liberdade completa ninguém desfruta: começamos oprimidos pela sintaxe e acabamos às voltas com a Delegacia de Ordem Política e Social, mas, nos estreitos limites a que nos coagem a gramática e a lei, ainda nos podemos mexer”

“Gradually it was disclosed to me that the line separating good and evil passes not through states, nor between classes, nor between political parties either -- but right through every human heart -- and through all human hearts. This line shifts. Inside us, it oscillates with the years. And even within hearts overwhelmed by evil, one small bridgehead of good is retained. And even in the best of all hearts, there remains ... an unuprooted small corner of evil. Since then I have come to understand the truth of all the religions of the world: They struggle with the evil inside a human being (inside every human being). It is impossible to expel evil from the world in its entirety, but it is possible to constrict it within each person.”

“Sim, ela vai esquecer a igreja branca e dourada como tinha esquecido tantas outras. Aquela curiosidade que havia mantido quase intacta lhe parecia com frequência como uma sobrevivência obstinada: mas de que servia se as lembranças se reduzem a poeira? A lua brilhava, como a estrelinha que a acompanha fielmente, e Nicole se lembrou dos versos bonitos de Aucassin e Nicolette: “Estrelinha, eu te vi/ Que a lua traz a si.” Esta é a vantagem da literatura, pensou ela: nós guardamos as palavras conosco. As imagens murcham, deformam-se, apagam-se. Mas ela reencontrava as velhas palavras em suas cordas vocais, quase como foram escritas. As palavras os uniam aos séculos passados, quando os astros brilhavam exatamente como hoje. E esse renascimento e essa permanência lhe davam uma impressão de eternidade.”