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Quote by Jarod Kintz

Work

The Lewis and Clark of The Ozarks

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Author

Jarod Kintz

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“We make such a fetish of the family. I think we've created a tremendous mythology about it. We believe the family must be maintained, it's the basis of society, etc. Yet for a great many of us, the family has been difficult. Many of the troubles of mankind are family troubles, more devastating and more lasting than other kinds of troubles. Almost any well-run orphanage would be better than some families I've known. There are countless unjust and narrow-minded families, and parents who bring up children in hatred for reasons that are invalid. Just being a family is not enough. There has to be agreement: not a narrowing but a widening, not bitterness and misunderstanding but sensibility and justice.”

“[...] foi um milagre descobrirmos acima de tudo que nos bastamos dentro dos limites da nossa própria casa, confirmando a palavra do pai de que a felicidade só pode ser encontrada no seio da família; foi um milagre, querida irmã, e eu não vou permitir que este arranjo do destino se desencante, pois eu quero ser feliz, eu, o filho torto, a ovelha negra que ninguém confessa, o vagabundo irremediável da família, mas que ama a nossa casa, e ama esta terra, e ama também o trabalho, ao contrário do que se pensa; foi um milagre, querida irmã, foi um milagre, eu te repito, e foi um milagre que não pode se reverter: as coisas vão mudar daqui pra frente, vou madrugar com nossos irmãos, seguir o pai para o trabalho, arar a terra e semear, acompanhar a brotação e o crescimento, participar das apreensões da nossa lavoura, vou pedir a chuva e o sol quando escassear a água ou a luz sobre as plantações, contemplar os cachos que amadurecem, estando presente com justiça na hora da colheita, trazendo para casa os frutos, provando com tudo isso que eu também posso ser útil [...]”

“A cet égard , je trouve cela curieux l’amour d’une mère. C’est quelque chose qui vous contient tout entier, durant neuf mois - puis qui vous lâche. Pas le choix – ni pour elle, ni pour vous. Ensuite, c’est du soin constant, puis du souci. De la joie aussi – enfin j’imagine… Puis un jour, plus rien. Je veux dire : l’un des deux corps disparaît, le regard par lequel on était sans doute attaché l’une à l’autre, la mère et l’enfant, n’a plus lieu d’être, plus rien à quoi s’accrocher. C’est l’espace qui s’ouvre à la place – tout entier. C’est une libération peut être. Je n’en sais rien en fait.”