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Quote by Mary Wollstonecraft Shelley

“Na verdade, quando busco as origens da minha obsessão, que veio depois a reger o meu destino, descubro que ela brotou, como um rio na montanha, de um fio de água remoto e quase esquecido, que foi-se avolumando pouco a pouco, até converter-se na torrente que arrastou em seu curso todas as minhas esperanças e alegrias.”

Quote by Mary Wollstonecraft Shelley

Work

Frankenstein

Written by Mary Shelley, Frankenstein tells the story of a young scientist who creates a creature in the likeness of a human but is ultimately rejected by society. The novel delves into the consequences of scientific ambition and the moral implications of life creation. more

Author

Mary Wollstonecraft Shelley
Mary Wollstonecraft Shelley

Mary Wollstonecraft Shelley was an English novelist best known for her famous work, 'Frankenstein'. Born on August 30, 1797, and passing away on February 1, 1851, she was an early female writer whose works explored themes such as women's rights, social inequalities, and scientific ethics. more

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“A vida no campo é assim: nos anos de abundância, quando chove muito e nas alturas certas, enchem-se os celeiros e as despensas de comida, todos ficam felizes e há festas nas aldeias a todo o tempo para celebrar as colheitas. Nos anos de seca, os prados fica secos, a fruta apodrece nas árvores, a caça foge, e as pessoas andam tristes e às vezes passam fome.”

“A minha vida durante esses vinte e tal anos foi rio correndo, saltando, descendo montanhas, se espraiando nos vales, o rio rindo de si, da sua vida errante, do seu andar vagueante, o rio rindo farto, caudaloso, riomando, às vezes se apoucando nas suas miudezas, um fiozinho riando, riachando, o quase nonada, a se anular no seu corpo franzino, assim, corregando, a minha vida foi isso mesmo, o muito e pouco, a tempestade e a bonança, a vida não é o constante zizuezaguear? Mas, meu amigo, agora te conto esse rio correndo que sou eu, essas águas que não se cansam de parar, esse sempre em movimento em que vivo. Eu vou te contar meu vaguear com as minhas palavras , pensadas por mim mesmo, cavadas no chão movediço da memória.”