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Quote by E.M. Forster

“Durante o segundo ano sofreu uma mudança. Tinha-se mudado para dentro do colégio e este começou a assimilá-lo. Talvez passasse os dias como dantes, mas quando os portões se fechavam sobre ele à noite iniciava-se um novo processo. Mesmo quando ainda era caloiro fez a importante descoberta de que os homens crescidos comportam-se educadamente uns com os outros, se não houver qualquer motivo em contrário. (...) As atitudes dos professores eram mais extraordinárias ainda. Maurice estava mesmo só a precisar de um ambiente assim para acalmar. Não lhe agradava ser bruto e grosseiro. Era contra a sua natureza. Mas isso tinha sido necessário no colégio ou ele não teria aguentado, e julgara que comportamentos assim seriam ainda mais necessários no maior campo de batalha que era a Universidade. ----------------------------------------------------- p.32, MAURICE, E.M. FORSTER”

Quote by E.M. Forster

Book:Maurice

Work

Maurice

Set in the late 19th century, the story follows the protagonist's journey as he navigates complex relationships and societal expectations. more

Author

E.M. Forster

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“Então o mundo parou, os olhos na janela toma a decisão certa, a decisão certa, o medo de falhar volta sempre, não é o medo de escolher a estrada errada, o mundo parou, os olhos na janela, as coisas, essas, correm sempre pelo pior, pelo pior, e o medo, o medo volta, volta sempre, sempre, tu e todas as coisas do mundo numa harmonia do erro e do cálculo falhado - o mundo parou. O teu corpo é fraco, é fraco, fraco, a tua mão desce dentro das cuecas e masturbas-te freneticamente, o medo, masturbas-te três quatro vezes seguidas, o medo volta sempre, sempre, sempre, e tens de tomar a decisão, a decisão certa, porque o mundo dá voltas e voltas e a certa alturas pára - tu não mandas nada, simplesmente, e uma vez mais, o mundo parou. Os teus olhos na janela, na janela da casa, onde um sol bem quente te perturba os pensamentos, ea tua boca a deitar fora as palavras, toma a decisão certa, a decisão certa, certa, com esse medo de falhar a cada esquina, com esse corpo a verter sémen nos lençóis e o medo, o medo, o medo, o medo, a fazer abrir-te muito os olhos, a janela, a fazer-te chorar um pouco, mas só um pouco, naquela incerteza de coisa a fazer - sim, porque tem de haver algo a fazer, não é? Então o mundo parou, parou outra vez, os olhos na janela, a decisão certa, certa.”

“O amor era cheio de janelas abertas, correntes de ar, milhões de bactérias , fontes de medos, milhões de deimos, o amor podia destruir as paredes que erigíamos com tanto esmero, o amor podia até abraçar o estrangeiro, a distância, podia destruir toda a ética, deixar-nos à mercê do insólito, do inesperado, do horror da surpresa. A minha noção de amor, na juventude, era uma noção de propriedade. Se era algo que podia fazer parte da casa e da sua perpetuação, muito bem, poderia ser considerado. De outro modo, era uma fera, uma ferida, uma doença, tal como o meu pai me ensinara: o amor constrói-se, por isso a escolha deve ser racional e não passional, escolhemos uma pessoa adequada e depois vamos criando um edifício amoroso. O amor que nasce do ímpeto sentimental ou carnal é perigoso. É um ladrão de sobriedade e de objectividade. Barbarifica-nos. Temos de olhar para ele como quem olha para a porta e vê o que está do lado de fora. A passos, devagar e ponderadamente, vai arriscando, conquistando território selvagem e domesticando-o. A exaltação é para as galinhas. Os seres humanos decidem com ponderação, é tão simples quanto isso, não cacarejam nervosos.”

“I. 92 Como um belo tornado a emoção vitaliza o que vai demolindo - um rosto, uma paisagem, Tróias inteiras ao redor... Mas, na estiagem, enquanto o vendaval vai retornando à brisa, a alma dá-se conta do que volatiliza um coração: o ser vem sempre de passagem, sempre de supetão entre o reflexo e a imagem, e é impossível retê-lo porque ele não precisa nem de que o amem nem de quem, buscando amá-lo, mal consegue entrevê-lo. A crina de um cavalo iluminada de repente pela lua desaparece e a noite esquece-a e continua. A beleza é fugaz porque é apenas um halo e o ser uma nudez que não sabe andar nua.”

“Si bien las conspiraciones han sido bien documentadas como teniendo lugar a lo largo de la historia, en cada época y ubicación, pero inmediatamente cuando empieza a hablar sobre las conspiraciones que están sucediendo ahora, lo llaman 'loco.' Esto se debe a que existen familias muy poderosas, súper ricas, con una conexión con extraterrestres malvados, que quieren esconder el hecho de que están tomando lentamente el control del Planeta Tierra. Abra sus ojos. Un buen consejero o terapeuta puede ayudarle mucho. Sin embargo, antes de empezar a trabajar con ellos, platique y pregúnteles cuáles son sus creencias acerca de conspiraciones y extraterrestres. Muchos terapeutas y consejeros son muy abiertos de mente y han ayudado a la gente a recuperar recuerdos reprimidos sobre secuestros extraterrestres. Sin embargo, algunos psicólogos y psiquiatras son, en su mayor parte, lavados del cerebro por la élite del poder y por lo tanto son peligrosos.”