L Quotes
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“Luxury, or a refinement on the pleasures and conveniences of life, had long been supposed the source of every corruption in government, and the immediate cause of faction, sedition, civil wars, and the total loss of liberty. It was, therefore, universally regarded as a vice, and was an object of declamation to all satyrists, and severe moralists.”
Source: An Enquiry Concerning the Principles of Morals
“Luxury, so far as it reaches the people, will do good to the race of people; it will strengthen and multiply them. Sir, no nation was ever hurt by luxury; for, as I said before; it can reach but a very few.”
Source: The life of Samuel Johnson, LL. D., comprehending an account of his studies, and numerous works, in chronological order: a series of his epistolary correspondence and conversations with many eminent persons; and various original pieces of his composition, never before published; the whole exhibiting a view of literature and literary men in Great Britain, for near half a century during which he flourished
“Luxury, that alluring pest with fair forehead, which, yielding always to the will of the body, throws a deadening influence over the senses, and weakens the limbs more than the drugs of Circe's cup.”
“Luxury, to me, is not owning a lot of stuff. Luxury, to me, is feeling unrushed.”
“Lux’s frequent forged excuses from phys. Ed. She always used the same method, faking the rigid t’s and b’s of her mother’s signature and then, to distinguish her own handwriting, penning her signature, Lux Lisbon, below, the two beseeching L’s reaching out for each other over the ditch of the u and barbed-wire x.”
“Luz amarilla y suave que ilumina mi realidad. Que alumbra ligeramente el rostro de la humanidad. Lo suficiente como para reconocernos. Lo suficiente para buscar a verdaderos humanos.”
Source: África Sueño de Sombras Largas
“Luz cleared her throat. “I’ve always said, ‘Getting a foothold in a country that doesn’t want you is daunting, but determination and good manners can go a long way.’ So, be careful. Gays are outsiders too . . . just like us.”
Luz smiled. “But, life in the shadows isn’t so bad.”
“You don’t have a Green Card?” Zoe asked.
“No. And I’m not attracted to men. But I’ll never be Mexican again. I’m a child of free enterprise, wandering through an international marketplace. I may only work in a nail salon, but at least I’m part of America’s circus of self-invention.”
“Luz leaned her head against the window. The bus was already on the outskirts of Mexico City and the endless urban landscape had never seemed so gray and or so harsh. Most of the city was nothing like the old money enclave of Lomas Virreyes where the Vegas lived or Polanco where the city’s most expensive restaurants and clubs catered to the wealthy.
The bus passed block after block of sooty concrete cut into houses and shops and shanties and parking garages and mercados and schools and more shanties where people lived surrounded by hulks of old cars and plastic things no one bothered to throw away. Sometimes there wasn’t concrete for homes, just sheets of corrugated metal and big pieces of cardboard that would last until the next rainy season. It was the detritus of millions upon millions of people who had nowhere to go and nothing to do and were angry about it.
The Reforma newspaper had reported a few weeks ago that the city’s population was in excess of 28 million--more than 25 percent of the country’s entire population--and Luz believed it. All of those people were clawing at each other in a huge fishbowl suspended 7500 feet above sea level, where there was never enough oxygen and the air was thin and dirty.
The city was hemmed in by mountains on all sides; mountains like Popocatépetl and Iztaccíhuatl that sometimes spewed smoke and ash and prevented the contaminatión from cars and factories and sewers from escaping. Luz privately thought of it as la sopa--a white soup that often blotted out the stars and prevented the night sky from getting dark.
The bus slowed in traffic. As they crept along Luz saw a car stopped on the side of the road, pulled over by a transito traffic cop. As Luz watched, the driver handed the cop a peso bill from his wallet. The transito accepted it but kept talking, gesturing at the car. The motorist handed him another bill. La mordida--the bite--of the traffic cop, right under her nose.
Los Hierros was crap.”
Source: The Hidden Light of Mexico City
“Luz, lux, noor - light by any name brings the same illumination.”
Source: Esperanza Impossible: 100 Sonnets of Ethics, Engineering & Existence
“Luz's manner of speaking made it clear that she had no idea what she might say next. It wasn't that she made things up, strictly speaking--only that facts were merely a point of departure for her.”
“LUZ Y NOCHE
El futuro se ha ido,
tú ya no estás.
Envolventes tinieblas,
inmensa oscuridad.
Volar es imposible
si ella se va.
Se pierde en el cielo,
naufraga en el mar.
Inspiración divina,
niña sin igual;
diosa de mis letras,
perfecto despertar.
Hermosa mañana,
me enseñaste a soñar.
Música de mi alma,
mujer para amar.”
Source: En remolinos
“Luôn luôn giữ ấm bụng, thả lỏng con tim và cơ thể để máu đừng bốc lên đầu. Hãy sống như một bông hoa con nhé. Đó là quyền lợi. Là việc nhất định con có thể làm khi hãy còn sống. Chỉ cần như thế thôi.”
“LV
Por cá, ventura e preocupação
Pr´o divino prestígio perdido!
Em Espanha lutamos na sucessão
Contra a França, sem um sentido!
Vencemos a dor do Cabo Matapão
Pl´os Venezianos, a seu pedido,
Relembrando grandes…, altos feitos…,
Entre trabalhos, perigos… tão estreitos!”
“LVI
Com o Papa nos vimos envolvidos
Com solução justa e favorável.
Por caminhos de luz, não perdidos,
Buscando nas estrelas gesto amável
Dos Deuses por todos conhecidos,
Afastar o suplício condenável.
Urge, pr´a lá do régio absolutismo
Vencer o vassalo inconformismo!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LVII
Que estranha sina a nossa Senhor!...
Oh! A paz, a riqueza nos agraciavas,
Eis as desprezamos p´lo seu esplendor,
P´la cegueira, mais prestígio e dádivas…!
Sem pensarmos no teu santo favor
De tomar terras, corações que amavas!
Que grande dor terá sido a tua…
Veres filhos de mente tão nua!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LVIII
Nem o convento que por Ti feito,
Nem obras de tanta fé e valor,
Vão um dia, apagar do teu peito,
Chama que o tornou braseiro e dor!
Uma ilusão de triunfo, preito…
Título de fidelíssimo dador
Sua Santidade, Benedito
Clamou como puro e bendito!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“Lwy nie wiedzą, że są lwami.
Nie wiedzą, jak bardzo są odważne".”
Source: Dearly
“LX
Castigando com injuz o pensamento
Fero açoute a alma e o corpo tortura,
Com desprezo e vil contentamento
Até mesmo para lá da sepultura…
Amaldiçoando cada um seu sofrimento
Aquela época de vida negra e dura
Só a lembrança de monstro tão forte
Lhes trazia ao rosto a agonia da morte.”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXI
Muitos foram os que se exilaram
Fugindo ao horror da morte latente
Mas de toda a parte a nós chegaram
As mudanças, que com força vigente,
Estrangeirados, de seu nome, enviaram…
Para que fosse mudado o mal presente
Morre o rei, sem curar tão feroz mal
Logo desperta um novo valor real!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXII
Após o livro de Luís António Verney,
“ O verdadeiro método de estudar ”,
Se tornar famoso em toda a grei,
E o novo rei no trono se fixar…,
Escolheu mui sabiamente o rei
Um diplomata para governar,
Valor ímpar, na sua época sem igual,
Conhecido ficou Marquês de Pombal!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXIII
Com sua astúcia, seu saber…
Centímano medonho, vitorioso…
Ao rei capta o promontório do poder,
Pelouro da cobiça tão perigoso…
A Talano da glória e do sofrer
Por seus métodos tão tenebroso
A golpes rudes como trovões
Foi vencendo tormentas e traições.”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXIV
Nos primeiros anos deste reinado
Das entranhas da terra sobreveio
Espectáculo ainda hoje lembrado
Porque foi grandioso no nosso meio
E jamais algum igual recordado,
Nem tão pouco invocado de permeio,
Grande destruição e morte deixou…
Que somente fogo, ruína nos ficou!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXIX
Esfumando-se o pó levantado
No braseiro vivo, incandescente…
O fumo dos incêndios apagado
Eleva-se nas nuvens facilmente,
Por ele triunfante, é espalhado…
Com a incerteza…, livremente!
Por entre os prédios destruídos
É o caos entre o ferro e alaridos!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXV
Era assim naquela manhã ardente
Que a bela Olissipo se apresentava!
Por toda a parte se notava gente
Que p´las lágrimas, temor derramava!
Do seu ventre, o Inferno presente…
Qual horrenda força manifestava!...
O apocalipse fora tão profundo…
A cidade parecia outro mundo!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXVI
Por entre as chamas da desgraça
Quem tantos amigos derrotara
Olhava pasmado a ameaça…
Que novas e grandes dores deixara.
Desolação, tristeza, morte se abraça
Ante a sepultura que se alcançara.
Subiram ao Olimpo rolos de fumo
Dando o alarme com digno aprumo!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXVII
Aquela cidade tão maravilhosa,
Que ao mundo os seus dera outrora,
Grandes valores de arte luminosa…
Tornara-se de momento, agora,
Mundo de odores e trevas, duvidosa,
Onde a sinistra trombeta sonora…
Fazia ouvir seu clamor bem forte,
Qu´outro não era que festim da morte!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXVIII
Chorava Liz, choravam os portugueses,
Inclinava-se o povo pela sua fé!
Nunca se pedira a Deus tantas vezes,
Que acalmasse tão dolorosa maré…
Por tão falsos e sangrentos revezes
Justiça se pedia de joelhos e de pé,
De espanto, gemia toda a gente…
Que de Cristo, por sua fé, era crente!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXX
Da derrocada…, ora sofrida,
Ao Marquês vem plano ousado,
Uma Lisboa cria nova vida,
O mundo, suspenso, espantado…!
Pl´a dificuldade é sabida…
A cidade com seu neotraçado
Mostrava ser o Marquês de Pombal
Qual novo símbolo de Portugal!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXI
Muitos não perfilhavam seus planos,
Inimigos… criou à sua volta,
Pois dos danos havidos, outros danos,
Julgaram motivo de revolta.
Lhes mostrou forte seus desenganos
Não deixou gesto seu ninguém à solta,
Quer se trate de nobres ou plebeus…
Ao saber que fossem inimigos seus!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXII
E porque tanto mando não bastasse,
Os Jesuítas expulsou do País!...
Castigo mandou que aplicasse,
Porque pensou estarem na raiz
Do atentado que ao rei vitimasse,
Tendo estes se mostrado por servis;
Da rica companhia de Jesus…
Com seus bens ao País deu nova Luz!...”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXIII
Todo voltado à modernização…
Não admite nenhuma afronta
Mostrando ao mundo sua visão…,
O rei governa por sua conta,
Ao dar sempre grande aprovação,
Seja de pequena ou grande monta!
Ao rei tirar o vero soberano…
O mando caiu no vil tirano!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXIV
O destino não dera filho igual!
As prisões ficaram atulhadas…
Oposição se punia como tal!
Reino com forças dissimuladas,
Deixa o Rei no cenário fatal,
Ameaças, vítimas tão choradas!
Jovem rainha lhe dá o desterro
À vila dá seu nome, seu erro!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXIV
One of the Fathers said: Just as it is impossible for a man to see his face in troubled water, so too the soul, unless it be cleansed of alien thoughts, cannot pray to God in contemplation.”
“LXXIX
Perante a situação tão turbulenta
O ferro, o fogo, os outros elementos
Aguardam o trovão da dura tormenta
Que pela ambição de seus regimentos
Se espera tão cruel como opulenta,
Na espada confiando seus assentos!
Glória eterna espera tal peleja
Sendo no Olimpo, o que se deseja!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXIX
When I die, I want your hands on my eyes.
I want the light and wheat of your beloved hands to pass their freshness over me once more.
I want to feel the softness that changed my destiny.
I want you to live while I wait for you, asleep.
I want your ears still to hear the wind, I want you to sniff the sea's aroma that we loved together,
to continue to walk on the sand we walk on.
I want what I love to continue to live,
and you whom I love and sang above everything else.
to continue to flourish, full-flowered.
So that you can reach everything my love directs you to.
So that my shadow can travel along in your hair,
so that everything can learn the reason for my song.”
“LXXV
Finda que foi a ditadura…
Ao País sua liberalização,
Vê-se por toda a parte, na pintura,
Bem estar, límpida, fresca sensação…
Nesta bela, radiosa frescura
O século finda com uma situação
Ao pensamento não há memória,
Neste país…, tão gloriosa história…!”
“LXXVI
Com a balança comercial positiva
Quando por todo o Velho Continente
A Revolução Francesa incentiva
A um esforço popular e diligente…,
O poder da Velha Monarquia reaviva
Procurando uma aliança urgente!
Vive-se no país a total indecisão,
Porque o perigo atormenta a razão!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXVII
Enquanto a razão cega o interesse
Por entre afeições, glória e dor
De vergonha se fez que movesse
O que a Natureza nos deu com amor
Porque ainda que tal não merecesse
Se obrigava a justo e alto favor!
Efémero desejo de nosso coração,
Pois a velha não evita a invasão!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXVIII
Porque a velha impôs tão dura decisão
A Espanha pôs-se ao lado da França!
Na sombra era grande sua ambição,
Depositando nela total confiança
Para obter de Portugal a anexação,
E castigar assim a Casa de Bragança!
Logo surge o Bloqueio Continental
Atingindo o País como é natural…!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXX.
Den Anderen nur als 'Anderen' wahrzunehmen ist der Beginn von Gewalt.”
Source: Nach der Flucht
“LXXX
Tenta-se a todo o transe evitar
Que a invasão nos traga nova ruína,
Mas já soam as fortes trombetas no ar,
Lá longe em cada monte e ravina!
A fúria napoleónica de matar,
Corre para a Lisboa citadina,
Ante a confusão e o espanto geral
Abandona o País a família real!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXXI
Mas não é só a real família
Que foge ao poderoso invasor francês,
Pois foi tão grande e triste a ignomínia
Que a própria nobreza também o fez,
Além dos ricos, a criadagem, quem diria,
A hora da deserção tivera a sua vez!
Que malfadadas horas nos chegavam,
Que seus filhos, a Pátria abandonavam.”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXXII
Enquanto para o Brasil aqueles se iam,
Por mais incrível que o dilema pareça
Os que cá ficavam, o invasor recebiam,
Sem temor que algo lhes aconteça,
pois de libertadores se tratariam
E não inimigos a quem se obedeça!
Junot entrava desta maneira em paz,
Com arrogância ignóbil mas eficaz.”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXXIII
Olhando espantado gente tão mesquinha
Que por sua honra, fama e perigos
Trouxera até do inferno, e que tinha,
Mostrava um juízo pobre aos inimigos
Agora que tal zelo não convinha,
Por respeito a seus valores antigos!
Marte não acreditava no que via
Ficando mudo perante tal apatia!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXXIV
Se tal imagem nos fica da primeira
Pela fama trazida pelo invasor
Justiça seja feita por inteira
Àqueles que por seu imenso valor
Tal medida houveram por conselheira,
Por seu interesse achado superior!
Assim como Prometeu fora agrilhoado
Estava o povo lusitano amarrado!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXXIX
Uma vez mais nessas ninfas podem ver,
O porquê deste povo tão valoroso!
Sua miséria e pobreza vão erguer,
A espada desse Tejo glorioso,
Que em suas águas guarda o nobre saber,
Do segredo que o tornou famoso!
Ergue-se o luso de peito já criado,
Lançando seu desafio de punho cerrado!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXXV
Quantos heróis tivera esta Pátria
Que sua vida por ela sacrificaram
Quantas gerações por sua ousadia
Tão ilustre herança nos legaram
Quanto esforço e tanta valentia
Para dar ao mundo o que ganharam!
Olhai as quinas da bandeira de Cristo
Como símbolo de milagre jamais visto!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXXVI
Que diriam Viriato e os Afonsinos,
O grande Nuno e o sábio Infante,
E tantos outros que com os seus desígnios
Sempre se lançaram foram por adiante…
Recorde-se os Montes Herminios,
Recorde-se Aljubarrota e o Gigante,
A odisseia do grande Vasco da Gama
As lutas que tiveram pela sua fama!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXXVII
Certamente que nunca creditariam
Nem nós se já tivéssemos vivido,
Que seus filhos, seus netos, nada fariam
Para impedir o ultraje ora havido…!
Contudo a fé, a coragem, voltariam,
Aquele povo glorioso e tão temido,
Por sua honra não ter nenhum respeito
A quem tal agravo forçou do mesmo jeito!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada
“LXXXVIII
Chamando a si toda a força e arte
Que outrora Marte e Apolo nos legaram
Recordando a antiga musa por toda a parte
Toda a fama que tantos honravam
Com razão natural, ao grande Vate
As espadas e lanças lhe mostraram
Garantindo sua fé e seus clamores
Por sua glória, sua vida e seus amores!”
Source: Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada