“Narrativas como Apocalipse V e The Passage evidenciam o papel da humanidade na perturbação e desintegração de ecossistemas, fatores que acabam por favorecer a criação de cenários pandêmicos, no que somos expostos a novos patógenos que se encontravam placidamente contidos, e que podem ser responsáveis pela emergência (ou reemergência) de doenças infecciosas potencialmente perigosas.” PandemicsVampirosGothic FictionVampiros Na LiteraturaVampire FictionPandemiasEpidemiasDistopiasThe PassageV Wars Book:À Noite não Restariam Rosas: A Ameaça Epidêmica em Narrativas Vampirescas Source: À Noite não Restariam Rosas: A Ameaça Epidêmica em Narrativas Vampirescas
“A primeira parte do plano, já posta em movimento, fazia do corpo do vampiro uma arma de guerra, de destruição em massa, funcionando como engenhosa forma de bioterrorismo capaz de converter o “inimigo” em “aliado”, simultaneamente espalhando o medo na medida em que se propaga. Cria-se, assim, um verdadeiro exército de corpos infectados, inteiramente subjugados à vontade totalitária do Mestre. O plano previa, em um segundo momento, “uma fórmula para a matemática do poder. O perfeito equilíbrio entre vampiros, gado e guardas”. A nova sociedade, dominada pela classe vampiresca, instaurar-se-ia com a consciência de que os recursos naturais disponíveis são esgotáveis, e para que ela fosse sustentável, a praga não poderia espalhar-se descontroladamente.” TerrorismoVampiros Na LiteraturaGuillermo Del ToroThe StrainDistopiasLiteratura ViralNoturnoBioterrorismoChuck Hogan Book:À Noite não Restariam Rosas: A Ameaça Epidêmica em Narrativas Vampirescas Source: À Noite não Restariam Rosas: A Ameaça Epidêmica em Narrativas Vampirescas