“Matheson instituía assim uma espécie de distopia vampiresca — sua obra servindo, inclusive, como modelo para muitos cenários de “apocalipse zumbi” que surgiriam na segunda metade do século 20, como o clássico A Noite dos Mortos-vivos (1968) de George A. Romero —, fazendo uso desse modo narrativo que se apropria de tensões do presente para imaginar os mais variados cenários de desastre alternativos ou futuros, bem como da figura do vampiro como agente propagador de doenças, o veículo para o apocalipse.” Dystopian FictionPandemicsVampiros Na LiteraturaVampire FictionRichard MathesonI Am LegendEu Sou A Lenda Book:À Noite não Restariam Rosas: A Ameaça Epidêmica em Narrativas Vampirescas Source: À Noite não Restariam Rosas: A Ameaça Epidêmica em Narrativas Vampirescas
“Em Drácula, o vampiro, personificação da perversidade e do mal, era repelido pelo símbolo religioso em si, que se tornava uma arma que emanava poder; em ‘Salem, o símbolo somente tinha poder na medida em que a pessoa que o empunhasse houvesse nele depositado uma fé inabalável; já em Eu Sou a Lenda, por outro lado, não importava a fé de quem empunhava o símbolo, e sim, o entendimento do vampiro de seu lugar perante a ele. Entende-se, portanto — embora a narrativa não aprofunde o tema —, que cruzes ou hóstias não teriam qualquer tipo de efeito sobre vampiros que haviam sido ateus, por exemplo. A internalização do ódio parecia residir no âmago do processo.” Stephen KingDraculaSalemVampirosVampiros Na LiteraturaVampire FictionSalem S LotI Am LegendEu Sou A Lenda Book:À Noite não Restariam Rosas: A Ameaça Epidêmica em Narrativas Vampirescas Source: À Noite não Restariam Rosas: A Ameaça Epidêmica em Narrativas Vampirescas