“Enquanto Stoker via seus vampiros como manifestações do proibido e do profano, Rice explorou-os como formas de lidar com sua realidade, com conflitos que lhes eram particulares; ela, que sempre se viu refletida na figura do outsider, sentiu-se confortável ao lidar com figuras que tentavam encontrar um significado para si fora da normatividade. Louis e Lestat, tão diferentes, carregam em si um pouco do fantasma da culpa católica e do desejo por ruptura e liberdade – sentimentos conflituosos, mas presentes simultaneamente em Rice.” DraculaAnne RiceLestat De LioncourtBram StokerVampiros Na LiteraturaVampire ChroniclesLiteratura GóticaLouis De Pointe Du Lac Book:O Vampiro à Sombra do Mal: A Fluidez do Lugar da Figura Mítica na Literatura Source: O Vampiro à Sombra do Mal: A Fluidez do Lugar da Figura Mítica na Literatura
“Resta o entendimento de que o contato com o vampiro potencialmente acarreta um contaminar-se por perniciosa moléstia simultaneamente do corpo e da alma: o contágio não é apenas uma infecção, é também maldição, um contrair impurezas. Essa construção perpassa até mesmo o nível linguístico; entre as acepções etimológicas comumente atribuídas ao vocábulo “nosferatu”, que Stoker apenas popularizou ao se referir ao seu vampiro icônico, estariam “o impuro”, ou também, “aquele que carrega doenças”.” ViralDraculaBram StokerVampiros Na LiteraturaVampire FictionNosferatu Book:À Noite não Restariam Rosas: A Ameaça Epidêmica em Narrativas Vampirescas Source: À Noite não Restariam Rosas: A Ameaça Epidêmica em Narrativas Vampirescas