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Quote by Jesús Martínez García

“«El sufrimiento es una llamada a manifestar la grandeza moral del hombre, su madurez espiritual; pero es también una invitación de la Providencia a acercarse más al Crucificado, a comprenderlo, a compartir su misterio. »Sentíos cercanos a Dios en vuestras cruces y sabed ofrecerlas con Cristo a Dios Padre, a fin de que la auténtica aportación de vuestro sacrificio genere preciosos momentos de gracia para la humanidad y para la Iglesia. En la meditación de la pasión de Cristo encontraréis la fuerza para transformar el momentáneo peso de la enfermedad en una ofrenda santificante» (JUAN PABLO II, 16-II-1986). «Cristo no responde directamente ni en abstracto a esta pregunta humana sobre el sentido del sufrimiento. El hombre percibe su respuesta salvífica a medida que él mismo se convierte en partícipe de los sufrimientos de Cristo. La respuesta es, en efecto, ante todo una llamada. Es una vocación. Cristo no explica abstractamente las razones del sufrimiento, sino que ante todo dice: Sígueme, ven, toma parte con tu sufrimiento en esta obra de salvación del mundo, que se realiza a través de mi sufrimiento. Por medio de mi cruz. A medida que el hombre toma su cruz, uniéndose espiritualmente a la Cruz de Cristo, se revela ante él el sentido salvífico del sufrimiento» (Salvifici doloris).”

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Jesús Martínez García

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“Algunas veces se ha dicho que el acentuar el carácter cristiano de la cultura occidental nos vuelve ciegos a los valores de otras civilizaciones. Por mi parte, considero que sucede todo lo contrario. En efecto, mientras más entendamos el cristianismo, mejor entenderemos el Islam, y mientras más subestimemos el elemento religioso en nuestra propia cultura, menos apreciaremos las culturas del mundo no europeo.”

“O abismo entre corpo e alma era ele próprio uma pálida sombra do abismo infinitamente maior entre Deus e a pessoa humana. para os objetivos desse livro, não pode ser suficientemente enfatizado que um efeito dessa completa helenização do significado de Jesus, sejam quais forem os resultados que tenha tido como construção intelectual, foi a obliteração final do caráter judaico desse significado. Com a adoção cristã de categorias intelectuais gregas, a separação dos caminhos se tornaram pedágios estabelecidos no asfalto. De agora em diante, do modo mais ominosos possível, uma vez que não havia nada intrinsecamente judaico a respeito de Jesus, não haveria nada para impedir os cristãos de definir a si próprios em oposição aos judeus.”

“Apesar dos monumentos intelectuais criados pelos pais da Igreja, de Tertuliano a Agostinho, um colapso da busca intelectual e da investigação científica foi uma consequência em última instância da adoção cristã de uma visão do mundo dualista, pois não havia razão para levar a sério a experiência dos sentidos. Ao contrário, os sentidos se tornaram o inimigo e, onde antes o corpo sexual era celebrado como a própria imagem de Deus - "E então Deus criou o homem à sua imagem; à imagem de Deus ele o criou; e os criou homem e mulher." -, o corpo sexual então se tornou uma "ocasião de pecado" a ser dominada. Entre os cristãos a ideia de alma ficou inteiramente separada da ideia bíblica de espírito, que, como literalmente significa "respiração", é intrinsecamente físico. Na verdade, agora o corpo, mesmo com sua respiração, era definido como fonte de todo o mal. A piedade cristã passou a ser penitencial - a autoflagelação do ódio ao corpo se tornou a forma mais alta de devoção - e mesmo o trabalho da mente, como a leitura e o estudo, porque são dependentes dos sentidos, foi definido como distração mundana. Uma cultura baseada em tais premissas estava condenada a murchar, e a cultura da Europa Ocidental sofreu exatamente isso.”

“Aunque el rito católico me resulta tan ajeno como la lengua en la que se celebra, no pude por menos de conmoverme ante el respeto y la devoción que la gente siente por Il Papa. Envidio la fe que permite a esa multitud someterse tan por completo a la autoridad de un hombre, de un ser humano, al fin y al cabo, a pesar del puesto tan elevado que ocupa. La fe católica tiene un fondo infantil que me parece enternecedor. A todos nos gustaría contar con una figura paterna infalible, pero al final nos damos cuenta de que nuestros padres tienen tantos defectos como nosotros mismos.”

“Many [Tudor-era religious radicals] believed then, exactly as Christian fundamentalists do today, that they lived in the 'last days' before Armageddon and, again just as now, saw signs all around in the world that they took as certain proof that the Apocalypse was imminent. Again like fundamentalists today, they looked on the prospect of the violent destruction of mankind without turning a hair. The remarkable similarity between the first Tudor Puritans and the fanatics among today's Christian fundamentalists extends to their selective reading of the Bible, their emphasis on the Book of Revelation, their certainty of their rightness, even to their phraseology. Where the Book of Revelation is concerned, I share the view of Guy, that the early church fathers released something very dangerous on the world when, after much deliberation, they decided to include it in the Christian canon." [From the author's concluding Historical Note]”

“Se você está considerando a possibilidade de se tornar cristão, devo alertá-lo para o fato de que está embarcando em algo que vai exigir você por inteiro, inclusive seu intelecto. Mas, felizmente, as coisas funcionam de modo contrário, isto é, qualquer um que esteja tentando honestamente se tornar um cristão vai perceber logo que a sua inteligência está sendo aguçada, e um dos motivos por que se tornar um cristão não requer nenhuma educação especial é que este torna-se já um tipo de educação.”